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sexta-feira, 3 de março de 2017


quinta-feira, 17 de novembro de 2016

Balas e pirulitos como recompensa!



Hoje mesmo li uma história no facebook que me intrigou.
Sobre uma menina que engoliu um palito de pirulito. Aliás, não engoliu: ele ficou preso na garganta dela! A mãe da menina conta:


"Sexta feira a noite, Maria Eduarda se queixou de que estava com a boquinha doendo. Eu olhei a boca dela e não vi nada. Como ela continuava ativa como sempre, falante, comilona, e não apresentava quadro de febre ou algo parecido, achei que pudesse ser algum dentinho. No sábado novamente a queixa, mais nada em tom desesperador, novamente olhei a boca dela e não vi nada.
No domingo ela ficou normal. Quando foi ontem na segunda, ela veio correndo desesperada, chorando muito em minha direção, reclamando novamente da boquinha. Mais dessa vez, em tom desesperador. Quando abri a boca dela, e ela vomitou muito em cima de mim, e chorando bastante. Ao abrir a boca dela, vi uma ponta branca, dentro da garganta. Num ato de desespero, puxei de uma vez, com medo que aquilo voltasse para dentro dela.
Quando retirei, tomei o maior susto da minha vida. Ela estava com esse palito de pirulito, dentro dela a dias. Imagino que o vômito, tenha sido uma forma que o organismo dela tenha encontrado, para expelir aquilo fora.
Então me vieram dois alertas:
1 -Eu não compro esse tipo de doce pra ela, e quando ela não está comigo, está com a minha mãe ou na escola (que por sinal, tem o hábito de dar pirulitos para as crianaçs que estão chorando).
2- Nunca ignorar uma queixa de uma criança. Ela como só tem 2 anos e 6 meses, só sabia dizer que era a boquinha. Não sabe ainda o que é garganta.
Enfim, graças a meu bom Deus, nada de pior aconteceu. Mais que fique o alerta para todos que tem criança em casa, principalmente as menores como Duda.
Não dormir a noite, tentando imaginar como ela conseguiu engolir esse palito, isso se não foi o pirulito inteiro!
Um desespero, uma angústia, um remorsos por não ter dado mais atenção as queixas dela de dor.
Deus obg por esse livramento! "


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Não temos o costume de dar balas, pirulitos, muito menos chiclete para os meninos. 
Acho muito ruim o fato de a gente ir nos lugares e eles 'ganharem' pirulitos e balas...como se fosse um prêmio ou recompensa. 

 Não importa onde: dão em todos os lugares!! 

Se estão comigo eles me consultam se podem chupar a bala ou pirulito já sabendo QUE A MÃE NÃO DEIXA comer esse tipo de coisa sem consulta. 

Infelizmente não tenho controle quando estão fora de casa sem mim. 

Vai o alerta às pessoas que dão balas e pirulitos para outras crianças: dê para os pais, nunca para a criança, afinal você não sabe as regras da casa de cada um e não pode passar por cima de combinados. Isso vale para qquer tipo de alimento porque hoje em dia as crianças têm alergias diversas, restrições, intolerâncias alimentares manifestadas de formas diferentes em cada uma. Se for em lugar público, avise a todos de forma geral, como em igrejas, festas etc., assim os pais ficam cientes de que todos receberão saquinhos de doces e eles mesmos já ficam responsáveis por 'liberar' ou não os doces a seus filhos. 

 #ficaadica

sexta-feira, 9 de setembro de 2016

Calvin

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O prazer de ler um livro!




SEMPRE me perguntam o porquê de meus meninos terem aprendido a ler e a escrever tão cedo (5 anos)...se eu 'forcei', se 'obriguei', se fiz isso ou aquilo, mas SEMPRE com ar de recriminação, como se fôssemos MONSTROS! 

Bom, eu leio e escrevo desde os 5 anos. 

JÁ estou ALFABETIZADA em todas as minhas memórias...rsrs; sei qual foi meu primeiro livro (que li por inteiro), lembro de sempre ser chamada prá LER na frente da turma ou da escola quando eu estava no primário. 


A LEITURA SEMPRE FEZ PARTE DE MINHA VIDA.

Por conta dessa paixão pelos livros, formei-me em TEOLOGIA, onde a gente lia PRÁ CARAMBA algumas dezenas de livros, estupidamente grossos, por ano. EU SEMPRE ADOREI e até hoje me vejo lendo 3 ou 4 livros diferentes ao mesmo tempo. Casei com um NERD, apaixonado pela leitura, como eu. 

Meus filhos, OBVIAMENTE, seguiriam a mesma linha.

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LEMOS PARA OS MENINOS DESDE A BARRIGA. 

Sim! Lemos prá eles desde a barriga, assim como eu colocava música no fone prá eles ouvirem desde a barriga. 
Antes de nascerem eles já tinham livros: livros de pano prá ficar no berço, livros de plástico prá 'brincar' no banho, livros interativos, com músicas, figuras, pop-ups, texturas...enfim, sempre tiveram a sua biblioteca. Hoje, quando vamos a um shopping A PRIMEIRA COISA QUE ELES QUEREM VER são livros! Entrar em livrarias e ficar lendo livros ou em bibliotecas e sebos e perder a noção do tempo É ALGO COMUM NA MINHA FAMÍLIA.
LEMOS POR PRAZER!
Além disso, sempre os incentivamos em cada passo, em cada descoberta e em cada curiosidade em relação à leitura. Nunca falamos com eles com linguagem de bebê, não deixamos que eles falem como bebês ou que falem o português errado, nunca demos chupeta nem mamadeira.
O resultado SÓ PODERIA ser esse: aprenderam a falar cedo e a falar bem; a leitura veio de forma natural assim como a paixão por ela. Sabem folhear revistas e livros desde sempre, (ao contrário de TANTAS CRIANÇAS que acham que o livro/revista é um tablet e tentam passar o dedo prá ver se a figura muda), entendem as histórias e sabem interpretar situações, bem como a formar diálogos e dar asas à imaginação diante de figuras sem texto. São inteligentes e rápidos no raciocínio. 

INCENTIVE A LEITURA DENTRO DE CASA!


Você já comprou 01 livro, este mês, para seu filho?



terça-feira, 16 de agosto de 2016

Alô Mamãe! Tô na Globo!

A TV TEM, afiliada da Rede Globo na região de Sorocaba veio aqui em casa, nas férias, para conversar comigo sobre cuidados com as crianças em casa...o resultado tá no link no fim da matéria!



Confira a matéria:
Matéria na Rede Globo - julho/2016


Biscoito de bolacha? Pirulito de biscoito?

O que fazer prá descontrair a criançada numa tarde ociosa? Um pouco de chocolate e um pacote de bolacha recheada fazem milagre!





Espetamos palitos no centro da bolacha, mergulhamos em chocolate derretido, enchemos de confeitos e fomos pro abraço!!!


quinta-feira, 28 de abril de 2016

A triste realidade da ANA - anorexia!

Mãe de filho com anorexia pede ajuda nas redes sociais.


Disturbio alimentar não é só problema de gente grande, as crianças também sofrem! Feliz a mãe e o pai que tem coragem de procurar ajuda.

Mateus, 4, e a mãe, Cristiane. O menino não come nada sólido.
Mateus, 4, e a mãe, Cristiane. O menino não come nada sólido.


É comum uma criança não comer de vez em quando. Algumas adoram tomate, outras detestam cebola. Umas amam abobrinha, fazem careta para o brócolis e por aí vai. No fim das contas, acabam comendo um pouco daquilo que gostam e outro tanto do que os pais querem que comam. Mas Mateus, 4, filho da pedagoga Cristiane Quintanilha, 36, não come nada. Na-da. Detesta qualquer tipo de alimento. Não come arroz e feijão, macarrão, pão, verduras e legumes. Semana passada, o menino foi a uma festa infantil. Não colocou nada na boca, nem aquelas guloseimas hipercalóricas que são amadas pela garotada e geralmente liberadas nessas ocasiões. Chocolate, hambúrguer, balas, sorvetes, cachorro quente, tudo dá ânsia de vômito no menino. Ele também sente nojo do cheiro e da consistência da comida que vê os outros comerem. Não suporta nem ver a família se alimentar. Mas nem sempre foi assim, conta a mãe. O filho de Cristiane comeu de tudo até o primeiro ano de idade.

Mateus Quintanilha ainda está vivo e dentro do peso considerado normal graças às mamadeiras enriquecidas com suplementos hipercalóricos feitas pela mãe. Muitas vezes recusa até essa mistura de leite, banana e açúcar, mesmo estando com fome. E começa a passar mal. “Tem queda de pressão, começa a suar frio, tem dores de barriga”, conta a mãe. Chega da escola, pra onde só vai se a mãe prometer que não será obrigado a comer, dizendo que está “famento”. Cristiane explica, pacientemente, que o remédio para a fome é comida, pergunta se ele quer se alimentar, mas o menino pede apenas água: “Se beber água eu vou ficar cheio, mamãe, e não vou precisar comer.”  Em situações extremas, Cristiane leva o filho ao pronto-socorro para tomar soro. Semana passada Mateus ficou três dias sem se alimentar e foi para o hospital.
Cristiana afirma ter tentado de tudo. Procurou nutricionista, pediatra, otorrino, psicólogo. Ouve conselhos e diagnósticos aos montes. “Já falaram que eu devia deixá-lo sem comer, porque o instinto é animal e ele ia pedir comida”, conta. Não deu certo. E a gastrite do menino piorou. No pronto-socorro sempre leva bronca. O último médico que atendeu Mateus disse que a mãe não pode permitir que a dieta do menino seja exclusivamente líquida, que o esôfago dele “vai estreitar”. “Eu não sei mais o que fazer”, desabafa a mãe, que sempre leva o filho ao supermercado para que escolha alimentos. “Iogurtes ficam na geladeira até vencer”, conta. Também já convidou o filho para cozinhar com ela. Sem sucesso. “Ele diz: mamãe, vou comer daqui a cinco dias”, conta. Mateus é pequeno, não tem noção de tempo e coloca prazos que nunca cumpre ao perceber o desespero da mãe. Cristiane chegou a bater alimentos no liquidificador, colocar em uma seringa e pedir que o filho abrisse a boca, para tomar um remédio. “Ele percebeu que não era e começou a gritar: Eu não gosto de comida! Eu não gosto de comida!”, lembra. Recentemente uma psicóloga diagnosticou Mateus com um transtorno alimentar, provavelmente anorexia.
O desespero de Cristiane fez com que a irmã, Camila Jaconi, tia de Mateus, fizesse um post no Facebook pedindo ajuda. “Nunca pensei recorrer a um meio de comunicação para solicitar ajuda, mas Mateus precisa comer, não sabemos o que fazer. Quero pedir a algum especialista que ajude Mateus, uma criança linda que não come”.  O post teve quase 3 mil compartilhamentos. Cristiane sente que nenhum dos profissionais que trataram do filho até agora acertou o caminho para que o problema seja resolvido. “Preciso descobrir qual transtorno alimentar ele tem. É mesmo anorexia? Preciso que alguém me ensine a cuidar do meu filho. Eu sinto que não tive até agora a orientação correta para agir com ele”, diz. “Meu medo é que ele desenvolva algo ainda pior”, completa.
Mateus 3
Cristiane resolveu vários e-mails de mães que passam por problemas parecidos, mas não tão graves quanto os dela. Muitos adultos que tiveram anorexia e já se curaram, reconheceram-se no pequeno Mateus. Ela espera, agora, receber o e-mail de algum médico ou psicólogo especialista em transtorno alimentar infantil, que realmente entenda o que ela está passando, que aponte caminhos. E que, principalmente, entenda que ela não tem culpa, pois já fez tudo o que estava ao seu alcance para que o filho se alimente e seja saudável.


Fonte: Estadão

Essas crianças...

Desde que tive meu filho Pedro penso em escrever. Não apenas algo para as mães mas compartilhar com todos as alegrias, sustos, tristezas, emoções e até os momentos de raiva que todos os pais passam com seus filhos.
Cada filho é único, não dá para generalizar. Mas existem coisas que toda criança faz, sem exceções...quem tem filho vai se identificar, quem pensa em ter filhos...vai se surpreender!

Além disso, quem é de Sorocaba e região poderá conferir, aqui, dicas de passeios, programação cultural e outras atividades voltadas para a família, conferidas e recomendadas por mim.