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domingo, 6 de janeiro de 2013

Material Escolar 2012.

Todo ano é a mesma dor de cabeça: peregrinação em busca de melhores preços para o material escolar e uniforme. Muitas pessoas não sabem de algumas dicas importantes em relação à aquisição dos mesmos.
O PROCON de São Paulo dá alguns conselhos aos pais:
Fiquem atentos e não cedam à pressão da escola àquilo que não é necessário adquirir. 
Nunca mande a lista toda; não envie material de higiene como copos e papel higiênico; material de uso coletivo não é obrigatório.


CONFIRA

clique nas imagens para ampliar:




 

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Primeiro contato com a morte.

A morte é sempre tabu. 
Um assunto que evitamos sempre. 
Ontem, o Pedro comentou sobre a morte da mãe de um coleguinha. Ele disse que o amigo ficava triste quando alguém falava da mãe dele. Eu sentei, expliquei o que aconteceu, que o amigo nunca mais terá a mamãe por perto e por isso não deveria falar com ele sobre a mãe se isso fosse deixá-lo triste e que deveria apenas brincar com o amigo e dize
r que podia 'contar com ele'. Daí ele entendeu a morte...foi duro! Duro demais. Ele sentiu a dor do amigo e chorou muito, muito mesmo. Ficou inconsolável por muito tempo. 
A dor da perda...sem nem mesmo ter perdido. 
Isso, meus amigos, é chorar com os que choram! 
Decidimos comprar um 'sansão' pro amigo neste Natal.
Esse é o Pedro: menino de fé, amigo de Deus.


Nunca se esquive de falar assuntos difíceis com as crianças. É importante perceber se elas tocam nos mesmos assuntos mais de uma vez e não tentar fugir ou inventar histórias. Sente e explique, com suas palavras mesmo. Não precisa ser científico. Dependendo da idade da criança, a curiosidade é pouca; mas nunca deixe de conversar. Melhor saberem através de nós, pais, do que através de estranhos. Não explique demais nem de menos...mas não as deixe sem respostas.



terça-feira, 4 de setembro de 2012

Quero uma mãe gordinha!

Quando meu esposo trabalhou na cidade de Santos - SP, trouxe-me, certo dia, o texto abaixo impresso, retirado do Jornal A Tribuna. Ainda não éramos pais; mas, lendo esse relato, sabíamos que tipo de pais não queríamos ser para nossos filhos! O texto é de 2005, de autoria de Luiz Alca de Sant'Anna.



Quero uma mãe gordinha!


O tom depressivo da garota de 17 anos, no e-mail, me abalou no meio do feriado. E olhe que esta página tem recebido muitas mensagens de adoslecentes, o que é muito bom. no início nem entendi quando ela falava que 'chapou o coco' para ter coragem de escrever e que anda gastando toda a mesada com 'goró', apesar de odiar fazer isso. Tive que pedir ajuda a outro adolescente para saber que 'chapar o coco' é ficar bêbado e 'goró' é a própria bebida. Aí ela descreve o seu drama e a imensa tristeza, sempre nos mesmos termos. Sente-se completamente abandonada pels pais, também muito jovens, de 37 anos, a mãe, e de 41, o pai. Só tem um irmão de 12, que mora com a avó, em Campinas. Em resumo, ambos trabalham, ficam fora o dia inteiro e, quando chegam em casa, mal trocam de roupa e vão para a academia, malhar. Passam lá duas a três horas e depois cada um estica com os amigos para um lado. Nos fins de semana, também fazem seus programas e dizem que é legal a filha fazer os dela. A menina diz que só tem a empregada para 'resumir a semana' (conversar) porque a galera não quer falar disso. Achando-se feia, não quer ficar com ninguém e assim, quando sai, bebe tudo o que tem direito. A mãe só abre a boca para dizer que ela é relaxada, está gorda e com a pela feia e faz comparações com sua própria figura, segundo a menina superbem e com um shape invejável. O pai, que as amigas dela paqueram, é um gato. 'Mas nunca se interessa por nada meu e quando tá em casa dorme ou fica na internet'. O texto do e-mal é longo, mas lá pelas tantas ela diz: 'ontem fui na casa de uma colega do colégio, estudar, e a mãe dela fez bolo de chocolate e suco prá gente e me beijou, cara, coisa raríssima lá em casa. Olhei para ela, vi o jeito de tratar a gente e desejei muito ter uma mãe gordinha assim, sem ser liberalzona, que me controle, não me deixe chegar de madrugada e brigue comigo, mas que se interesse pela minha vida, cara, não deixe eu fazer o que quiser, me dê amor, pô! Não quero só uma mãe e um pai bonitos!' Não soube ainda o que responder-lhe. Preciso explicar-lhe que não se trata de ser gordo ou magro, bonito ou feio, mas de uma carência sem fim. É um duro e amargo relato do momento em que vivemos.


segunda-feira, 3 de setembro de 2012

A idade certa para ser mãe!

Quando ser mãe
Newton Eduardo Busso*


Nos países desenvolvidos está aumentando o número de mulheres que vem adiando para etapas mais tardias de suas vidas a decisão de ter o primeiro filho. O Brasil também começa a viver essa tendência, especialmente entre a população de classe média.
Os métodos contraceptivos hoje absolutamente confiáveis, como a pílula anticoncepcional, já há quase quatro décadas vêm mudando radicalmente o comportamento sexual feminino, propiciando independência em termos de prevenção da gravidez não desejada, o que antes era possível somente com a participação efetiva do homem.
Com o domínio da concepção as mulheres assumiram nova postura na sociedade, saindo do lar e entrando no mercado de trabalho. Assim, tornaram-se "independentes e emancipadas" sob os pontos de vista sexual e financeiro, mudando suas prioridades quando comparamos as mulheres do final do século passado e início do século 21 com as de gerações anteriores, cujo horizonte restringia-se, na maioria das vezes, a casar e ter filhos mal saídas da adolescência.
Esta nova postura não significa que as mulheres não queiram mais casar nem ter filhos, mas sim que essa decisão vem sendo postergada pelos mais variados motivos, dentre os quais se destacam a prioridade pela formação profissional e acadêmica, viagens e independência financeira, dentre outros.
Se por um lado esses motivos são absolutamente compreensíveis, por outro os estudos mostram que as chances de gestação diminuem com a idade, em decorrência de problemas ginecológicos inúmeros, como cistos, miomas, infecções e endometriose, além de fatores decorrentes da própria idade, pois os óvulos perdem a capacidade de gerar bons embriões com o tempo. Evidentemente que cada mulher, com seu livre arbítrio, tem sua razão individual para adiar a gravidez, mas é preciso levar em conta as complicações decorrentes do tempo.
O aprimoramento das técnicas de reprodução assistida e a introdução de novos e modernos tratamentos podem transmitir a falsa sensação de que a infertilidade conjugal é um problema de fácil solução. Nesse aspecto, entretanto, ainda é melhor prevenir do que remediar, uma vez que os tratamentos podem ser longos, caros e, por vezes, mal sucedidos.
A idade recomendável para se ter um filho de maneira a garantir que a gestação ocorra com mais facilidade e maiores chances de sucesso ainda é até os 35 anos de idade. Para isso, é necessário planejamento. Se o casal tem como objetivo constituir família com filhos, deve-se priorizar este projeto a fim de evitar problemas futuros e não deixá-lo por último, depois da carreira e da viagem para a Europa, por exemplo. A opção por atrasar a chegada do bebê pode ser irreversível, mas a carreira e a viagem com certeza não o são.
Devemos recordar, ainda, o que a mídia mostra com absoluta irresponsabilidade, respaldada pela propaganda por vezes enganosa de que é possível engravidar quando quiser e com a idade que bem entender. Acompanhamos com certa preocupação a divulgação de verdadeiros "milagres", como a possibilidade real e imediata de congelar óvulos hoje e conseguir a gestação com facilidade daqui há alguns anos, sem, no entanto, deixar claro as reais taxas de gravidez obtidas por esse método.
Esses e outros aspectos devem ser objeto de avaliação por parte da mulher que pretende constituir família. Nesse sentido, torna-se fundamental que ela procure ter orientações claras e precisas de seu ginecologista, especialmente quando tiver que decidir prioridades em suas vidas, entre elas a de quando ser mãe. Vale lembrar que a mesma ciência que contribuiu de modo fundamental e eficaz no controle da fertilidade ainda não oferece as mesmas chances no tratamento da infertilidade.


*Newton Eduardo Busso é médico ginecologista, especialista em infertilidade conjugal e secretário geral da 19ª Jornada de Obstetrícia e Ginecologia da Santa Casa de São Paulo

terça-feira, 26 de junho de 2012

Erotização infantil.

Fui, recentemente, a um salão de festas, num evento particular voltado ao público infantil e vi uma menina que me chamou a atenção: ele daveria ter a idade de meu Pedro e estava mais maquiada do que eu! Batom vermelho, blush...fiquei perturbada com a imagem mas deixei prá lá; afinal, tenho 02 meninos e não menina.



Isso é nada perto de cada coisa que vemos na TV, nos filmes, revistas, gibis etc. Crianças falando em sexo, tesão, beijo na boca...com menos de 06 anos de idade! Outdoors com meninas vestidas de 'pijaminhas' curtinhos...

Tanta exposição a sexualidade! 
Tanto apelo! 
Tanto material para os pedófilos!



Qual o limite da vaidade? 

Será que essa erotização e adultização precoce não podem ser prejudiciais? 
Penso em meus filhos, inocentes ainda, não sabem o que é namoro, sexo, brincam com brinquedos apropriados à idade deles, assistem programas condizentes com a idade...e colaboramos também: não assistimos novelas, programas 'de domingo', filmes inapropriados, não ouvimos rádio FM, não vemos telejornais etc.; qualquer informação nossa vem pela internet enquanto as crianças estão na escola. Para quê colocar dentro da minha casa informaçãoes desnecessárias, que nada acrescentam à nossa vida?
Se a educação começa em casa...

Ouvi uma mãe falar de uma reunião de escola, onde outra mãe disse que a filha, de menos de 02 anos de idade, dançava como 'as bailarinas do Faustão', gabando-se disso! Que a menina adora novelas e canta músicas 'atuais'. Atuais e imorais! 
Sei que não há como criar os filhos numa redoma de vidro e nem quero isso! 

Sou a favor da criança viver como criança: 
sem pular etapas 
e curtir a infância a cada momento de sua vida. Brincar, fantasiar, se sujar, correr, 
pular, ralar o joelho...
tudo isso faz parte da infância, 
algo que nossas crianças estão perdendo 
por serem precoces demais!

Pais, fiquem atentos: deixem seus filhos serem crianças! 
Não antecipem o amadurecimento deles! 
Tudo tem seu tempo. 
O mundo adulto vai chegar até elas... 


sábado, 19 de março de 2011

Reportagem da RedeTV, assista!

Saiu no site da RedeTv os vídeos sobre a reportagem, na íntegra, sobre esse polêmico assunto da coleira infantil que utilizei em meu filho. Este acessório tem sido visto ultimamente em cidades grandes, em locais como: aeroportos, shopping centers, zoológicos etc.


Agradeço à produtora do programa Manhã Maior, Renata, e às lindas apresentadoras, Daniela (com aqueles olhos lindos!) e Keila (simpática o tempo todo!). O tratamento foi ótimo desde minha ida à RedeTV até meu retorno à Sorocaba. No meio da agitação, esqueci de dizer que sou de Sorocaba! As apresentadoras não citaram e eu não "me liguei" mesmo de dizer! Desculpem-me, sorocabanos!


PARTE 01


PARTE 02


PARTE 03


Assista e comente!

terça-feira, 15 de março de 2011

Coleira para crianças. Matéria da Folha de SP.

O assunto "coleira para crianças" tem sido bastante discutido
na mídia, nos últimos meses.
A partir do post que fiz sobre o tema,
fui entrevistada para a matéria de hoje, do Caderno Equilíbrio,
do jornal Folha de São Paulo:


Participe e dê a sua opinião!



Coleira para crianças inspira olhares críticos e reflexões

MARIANA VERSOLATO
DE SÃO PAULO

Parece coleira de cachorro, mas é uma mochilinha com alça, que prende a criança à mãe. A cena, que começa a ficar mais comum em capitais do país, gera olhares tortos e também curiosidade.

A mochila-coleira é usada há décadas nos EUA, na Europa e no Japão. Aqui, ainda é novidade, embora seja vendida em grandes lojas para bebês há cerca de dois anos.

A culinarista Marisa Abeid, 32, de Sorocaba, admite que, à primeira vista, o acessório parece "estranho".

Mas conta que usou um modelo de braço (ligando o pulso da criança ao do adulto) no filho Pedro, de três anos, quando ele tinha um ano e meio. "Num piscar de olhos, ele sumia", diz a mãe, que se sentia mais segura assim. Ela pretende usar o mesmo artifício com o mais novo, João, de sete meses.

O instrumento só causa polêmica por falta de hábito, para a pediatra Maria Aurora Brandão, 63, do Hospital São Luiz. Ela "encoleirou" os filhos 40 anos atrás, em uma viagem a Portugal. "É uma questão de segurança."

A arquiteta Larissa Lieders, 32, comprou a mochila para sair sossegada com a filha Olivia, de quatro anos. "Ela corre pela rua, em supermercados e lojas. Se estou carregando sacolas, tenho que largar tudo e ir atrás."

Às vezes, segundo a mãe, Olivia fica irritada com a coleira. Na semana passada, aprendeu a se livrar dela.

A publicitária Lica Ribeiro, 30, ouviu coisas como "Parece cachorro" e "Só falta dar ossinho", ao circular com o filho Pedro, de três anos e meio, "acorrentado" a ela. "A primeira reação das pessoas é criticar. Mas criança não quer pegar na mão, quer explorar as coisas. A mochila é segurança para a gente e liberdade para eles."

De acordo com Ricardo Halpern, presidente do departamento de pediatria do comportamento e desenvolvimento da Sociedade Brasileira de Pediatria, o acessório só vale para lugares com aglomeração. "Não causa nenhum prejuízo à criança se usado de forma adequada."

Já a psicóloga e colunista da Folha Rosely Sayão diz que a guia é uma comodidade para pais que querem olhar outras coisas que não os filhos. "Querem ter filhos, mas agir como se não tivessem. Alguns podem perceber, depois, que passou o tempo de dar as mãos aos filhos, e não aproveitaram."

Roseli Caldas, professora de psicologia da Universidade Mackenzie, concorda. "Para sermos práticos, deixamos de lado a afetividade."

Segundo Caldas, a criança precisa mais do toque da mãe do que de fita que a prenda.

"Esse limite que depende de uma "coleira" não prepara para o desenvolvimento. A voz de comando da mãe tem que valer. Se a criança não construiu essa noção de autoridade, como será no futuro? Que fita a mãe usará na adolescência?", pergunta.



"Fui 'encoleirada' quando pequena e sobrevivi":

LUISA ALCANTARA E SILVA
DE SÃO PAULO

Orlando, 1988. Eu com seis anos, dois irmãos mais velhos e meus pais.

Em um dos parques, abracei a perna de um homem. Olhei para cima: "Hum, não é meu pai". Olhei para o lado: "Cadê meu pai?". E então: "Perdi meu pai". Mas, não, minha família estava por perto.

Para que eu não me perdesse mesmo, minha mãe comprou a tal coleira, que ligava a minha calça à dela.

Uma tia que viajava com a gente achou aquilo "absurdo", contou a minha mãe. Mas ela disse que não estava nem aí, porque ficava mais tranquila.

Não me lembro de me sentir mal. O que é uma coleira para uma criança enlouquecida em Orlando?

Hoje, mesmo não sendo mãe, entendo as que se valem do acessório. Se reduz a preocupação, por que não?


segunda-feira, 19 de abril de 2010

Criando filhos independentes II.

A independência cada vez maior
Dar independência às crianças é difícil -- o tipo de cuidado e atenção que devemos dar a elas é diferente quando elas são bebês e quando têm 3, 7 ou 12 anos, e nem sempre fica tão óbvio o quais tarefas devemos começar a deixar por conta deles.

Mas ninguém quer criar um adulto que traga roupa suja para lavar em nossa casa aos 40 anos de idade e que seja incapaz de se virar e preparar uma refeição simples. Também não queremos criar um adulto totalmente dependente, em termos emocionais, de nós.

Crianças devem crescer, florescer e se tornar independentes sob nossa proteção. Uma planta que fica sempre na sombra de outra acaba se contorcendo e virando para pegar luz, assim como fazem as crianças a quem os pais não dão o espaço e a liberdade suficientes.

Além disso, com tarefas como guardas as coisas, a criança começa a ter senso de organização e asseio, coisas que vão ajudá-la ao longo da vida.

Tranferindo responsabilidades aos poucos
Mais cedo ou mais tarde nós precisamos dar espaço e responsabilidade aos nossos filhos, deixando-os fazer as coisas sozinhos, mas o processo deve ocorrer gradativamente. Se acontecer rápido demais, ou antes da hora, crianças pequenas ficam assustadas com a independência e o efeito é o contrário: elas podem se tornar introvertidas ou se agarrar desesperadamente a você.

Ensine-o a ter opinião própria
- Deixe seu filho ver que você tem opinião: comente quando ouvir alguma bobagem na TV, deixe-o ouvir conversas de adultos.

- Estimule seu filho a falar. Ache uma hora do dia para sentar-se com ele e discutir seu dia. Peça a opinião dele e espere pela resposta. Uma dica: em vez de perguntar "Como foi a escola hoje?", pergunte "Qual foi a coisa mais legal da escola hoje?". A resposta da segunda pergunta é mais promissora que o simples "legal" que você vai ouvir se fizer a primeira.

- Responda quando ele perguntar por quê; explique usando termos simples.

- Se possível, façam as refeições juntos. Ouça sempre que a criança quiser participar da conversa. Nunca caçoe de suas opiniões. O melhor jeito de discordar é dizendo: "É uma opinião/idéia boa/interessante, mas...".

Preparando-o para sair sozinho
- Uma criança pequena, de 1 ano, pode passar um tempinho brincando sozinha no quarto, desde que todos os perigos sejam retirados.

- Aos 2 anos, a criança pode sentar-se à mesa ou no cadeirão e desenhar, enquanto você cozinha, ou brincar aos seus pés enquanto você conversa ao telefone. O segredo é interagir com ela a cada um ou dois minutos, e uma palavra, um sorriso ou um beijo lançado de longe é tudo de que ela precisa.

- Aos 3 anos de idade, seu filho deve caminhar pequenas distâncias com você -- até a banca de jornal ou à lojinha perto de casa, por exemplo. Andar faz bem à saúde e é essencial para aprender segurança nas ruas. Se a criança vir você olhar para os lados ao atravessar a rua, ela também fará o mesmo.

Tarefas domésticas que uma criança de 3 anos pode fazer
- Guardar os brinquedos: faça disso uma brincadeira -- por exemplo, coloque uma música para tocar e brinque de guardar tudo antes de ela acabar.

- Cuidar da roupa suja: aos 3 anos, a criança pode separar as próprias roupas das outras, e as cores claras das escuras. Também pode pôr sua roupa suja no cesto.

- Arrumar a mesa: crianças de 3 anos podem tirar o pó e passar um pano na mesa e no chão se você torcer o pano para elas.

- Assim que ela conseguir segurar objetos pequenos com os dedos e o dedão, no movimento de pinça (em torno dos 6 a 9 meses de idade), deixe a criança comer sozinha sanduichinhos, pedacinhos de banana, cenoura cozida, maçã ralada etc.

- Quando der comida a seu filho, também dê uma colher para ele segurar. Mas levar uma colher de comida do prato para a boca é um negócio complexo e melecado, e leva tempo para ele conseguir. Aos 3 anos já dá para comer sozinho com um garfo de pontas arredondadas, mas ainda é preciso cortar a comida para ele.

- Deixe o bebê segurar o copo ou a mamadeira mesmo que você ajude -- e, aos poucos, passe o controle todo para ele.

- Crianças que praticam ou brincam com coisas que estimulam o uso dos dedos logo aprendem a fazer essas tarefas. Dê a ela um giz de cera grosso e um pedaço de papel para desenhar. Procure brinquedos que estimulem o ato de encaixar, como quebra-cabeças simples.


Ajudando seu filho a se vestir
- Crianças pequenas têm dificuldade em lidar com zíperes, botões, cadarços e ganchos -- escolha roupas com elástico, velcro ou que entrem nela mesmo com zíperes e botões parcialmente fechados.

- Ponha as roupas (sobre a cama, por exemplo) da esquerda para a direita, na ordem em que serão vestidas. Isso não é essencial, mas treina a direção que os olhos devem seguir ao ler.

- Coloque as roupas (sobre a cama, por exemplo) de um jeito que a criança as segure do jeito certo -- calça com a frente para cima (assim ela pode sentar e vesti-la), blusas e vestidos com a frente para baixo.

- Escolha calcinhas ou cuecas com faixas contrastantes na cintura e nas pernas -- isso ajuda a criança a acertar os “buracos” na hora de se vestir. Também dê preferência a meias sem calcanhar marcado.

- Ensine seu filho a colocar primeiro os braços nas blusas e camisetas, antes da cabeça. Evite golas apertadas.

- Ajude a criança a calçar os sapatos, mas deixe que ele os prenda com o velcro sempre que possível. Crianças sentam com os joelhos voltados para fora e tendem a colocar o sapato com o fecho voltado para dentro, onde elas conseguem vê-lo. Por isso elas acabam trocando os sapatos. Fechos centrais evitam isso.

- Ensine "truques" ao seu filho: a etiqueta fica sempre para trás, quase sempre a estampa da camiseta é para a frente, a costura central da calça fica embaixo do umbigo, o desenho ou fecho do sapato fica quase sempre para o lado de fora.

Matéria retirada do site Baby Center.

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Cuidado com a desidratação!

A atividade física traz grandes benefícios às crianças e adolescentes, principalmente porque ajuda seu filho a ter um crescimento saudável e um desenvolvimento adequado. O ideal é que eles pratiquem, no mínimo, 60 minutos de atividades físicas todos os dias para ter uma melhor qualidade de vida na fase adulta(1).

Em geral, as respostas do corpo das crianças ao exercício físico são parecidas às dos adultos. Porém, algumas características do organismo das crianças precisam ser destacadas, principalmente em relação à regulação da temperatura do corpo:

- As crianças, em dias quentes, absorvem o calor do ambiente mais rápido que os adultos, aumentando o risco de doenças provocadas pelo calor (insolação, por exemplo)(3).
- As crianças demoram mais para perceber a sede, levando mais facilmente à desidratação(4).
- As crianças produzem mais calor por cada quilo de peso durante as atividades físicas, quando comparadas aos adultos.

Assim como adultos, quando crianças e adolescentes praticam qualquer atividade física, eles podem sofrer desidratação em função do suor e da ingestão de líquidos em quantidade insuficiente. Essa desidratação contribui para o aumento da temperatura do corpo, podendo causar problemas à saúde(2).

Como ocorre a desidratação

A desidratação também ocorre em crianças, assim como nos adultos. Portanto, é importante prevenir a desidratação, especialmente em crianças fisicamente ativas(5).

É importante saber identificar se seus filhos estão desidratados, então fique atento aos seguintes sinais: pele vermelha, cansaço, muita sede, intolerância ao calor, urina em pouca quantidade e em um tom mais escuro. Para uma criança pode ser ainda mais difícil de perceber esses sinais(3).

Para prevenir a desidratação em crianças fisicamente ativas, é importante ensiná-las a beber líquidos com mais freqüência, mesmo sem ter muita sede, para compensar as perdas de líquidos 6. Além disso, tentar acostumar seu filho ao calor, levá-lo para descansar na sombra sempre que possível e escolher roupas leves e claras para momentos ativos(7).

Outra escolha importante a ser feita é qual bebida se deve oferecer, principalmente na reidratação de crianças fisicamente ativas. Bebidas com sabores gostosos fazem com que elas bebam mais e se hidratem melhor. As crianças ativas, quando ficam com sede, já perderam líquidos e importantes sais minerais, como sódio, cloro e potássio, e já podem estar desidratando. Apesar da perda de sódio pelo suor da criança ser menor do que no adulto, a ingestão de bebidas esportivas não representa nenhuma sobrecarga para seu filho.

As bebidas esportivas são elaboradas para facilitar a absorção de água, através do rápido esvaziamento do estômago e absorção rápida de líquidos, evitando desconforto para seus filhos e reidratando melhor(1).

A quantidade certa de líquido

Antes da Atividade Física - Uma hora antes da atividade física, as crianças com menos de 41 kg de peso devem tomar 90 - 180 ml de líquidos, enquanto aquelas com mais de 41 kg devem tomar 180 - 360 ml(12).

Durante a Atividade Física - A cada 20 minutos, as crianças com menos de 41 kg devem tomar 80 - 180 ml de líquidos e aquelas com mais de 41 kg devem tomar 180 - 270 ml(13).

Depois da Atividade - De modo geral, as crianças com peso corporal menor que 41 kg podem tomar até 200 ml a cada 200 g de peso perdido, enquanto aquelas com mais de 41 kg podem precisar de 300 ml a cada 200 g de peso perdido. Essa reposição de fluídos deve ser feita nas primeiras 2 a 3 horas depois da atividade(12).

Confira algumas dicas para estimular a atividade física nas crianças:

- Promova passeios e atividades familiares onde todos possam participar.

- Entre nas brincadeiras das crianças.

- Dê o exemplo incentivando seus filhos a pular corda, andar de bicicleta ou dançar.

- Apóie a participação de seu filho em jogos escolares, esportes coletivos e também individuais.

- Restrinja o tempo destinado à televisão, computadores, vídeo games e outras brincadeiras que não promovam o movimento do corpo.

Explique para o seu filho a importância de se manter ativo por toda a vida e divirtam-se!


Referências Bibliográficas

1 - Lazzoli, José Kawazoe, et al. Posição oficial da SBME: Atividade Física e saúde na infância e adolescência.
2 - Bar-Or, O., C.J.R. Lamb. Perspectives in Exercise Science and sports Medicine: fluid Homeostasis During Exercise, Chapt. 1 pp 1-38, 1990.
3 - Meyer F . Regulação Térmica e hidratação para crianças e adolescentes que se exercitam no calor. In: Desportos para crianças e Jovens: Razões e Finalidades. Marques, Antonio; Gaya, Adroaldo; Tani, Go Editores Editora UFRGS, pg. 497-505, 2004.
4 - Rivera-Brown, A. M. , R. Gutierrez, W. R. Frontera and O. Bar-Or (1999). Drink composition, voluntary drinking, and fluid balance in exercising, trained, heat-acclimatized boys. J. Appl. Physiol. 48: 104-108.
5 - Wilk, B. and O. Bar-Or (1996) Effect of drink flavor and Nacl on voluntary drinking and rehydration in boys exercising in the heat. J. Appl Physiol. 80: 1112-1117.
6 - Brown, Anita Rivera. Niños Atletas y ejercicio em ambiente caluroso. El Rincón Del Entrenador 5. GSSI BASE Latinoamerica. 2000.
7 - Bar-Or, O., Dotan, O. Inbar, A. Rothstein and H. Zonder (1980). Voluntary dehydratation in 10-12 year old boys. J. Appl Physiol. 48:104-108.
8 - PORTARIA SVS-MS número 222 - 24 de março de 1998: Regulamento técnico para fixação de identidade e qualidade de alimentos para praticantes de atividade.
9 - Wilk B. e Bar-Or. Journal of Applied Physiology 80: 1112-1117, 1996.
10 - Bar-Or, O. Temperature regulation during exercise in children and adolescents. In: GISOLFI C, LambDR, eds. Perspectives in Exercise and Sports Medicine, Il. Youth, Exercise and Sport. Indianapolis, In: Benchmark Press; 1989, 335-367.11 - RIVERA-BROWN A., et al. Drink composition, voluntary drinking and fluid balance in exercising, trained, heat-acclimatized boys. J Appl Phys 86:78-84, 1999.
12 - Adaptado de: 2000 National Athletic Trainers' Association Position Statement: Fluid Replacement for Athletes, J Athletic Training 35(2): 212-224, 2000.
13 - Adaptado de: American Academy of Pediatrics Position Statement, Pediatrics 106: 158-159, 2000

*matéria retirada do site: http://www.clicfilhos.com.br


domingo, 15 de novembro de 2009

Cartas para Deus.

Cartas reais para Deus escritas por crianças

traduzidas de original em inglês.

** Querido Deus, Eu não pensava que laranja combinava com roxo até que eu vi o por-do-sol que Você fez terça- feira. Foi demais!
Eugene

** Querido Deus, Você queria mesmo que girafa se parecesse assim ou foi um acidente?
Norma

** Querido Deus, Em vez de deixar as pessoas morrerem e ter que fazer outras novas, por que você não mantém aquelas que você tem agora?
Jane

** Querido Deus, Quem desenha as linhas em volta dos países?
Nancy

** Querido Deus, Eu fui a um casamento e eles se beijaram dentro da igreja. Tem algum problema com isso?
Neil

** Querido Deus, Obrigado pelo meu irmãozinho, mas eu orei por um cachorrinho.

Joyce

** Querido Deus, Choveu o tempo todo durante as nossas férias e como meu pai ficou zangado! Ele disse algumas coisas sobre você que as pessoas não deveriam dizer, mas eu espero que você não vá machucá-lo.

Seu amigo (mas eu não vou dizer quem eu sou)

** Querido Deus, Por favor, me mande um pônei. Eu nunca te pedi nada antes,você pode checar.
Bruce

** Querido Deus, Eu quero ser igualzinho ao meu pai quando eu crescer, mas não com tanto cabelo no meu corpo.
Sam

** Querido Deus, Eu aposto que é muito difícil para você amar a todas as pessoas no mundo. Na nossa família tem só quatro pessoas e eu nunca consigo…
Nan

** Querido Deus, Meus irmãos me falaram sobre nascer de novo, mas soa muito estranho.Eles estão só brincando, não é?
Marsha

** Querido Deus, Se você olhar para mim na igreja domingo, eu vou te mostrar meus sapatos novos.
Mickey

** Querido Deus, Nós lemos que Thomas Edson fez a luz. Mas na escola dominical nós aprendemos que foi você. Eu acho mesmo que ele roubou sua idéia.
Sinceramente,
Donna

** Querido Deus, Eu não acho que alguém poderia ser um Deus melhor que você. Bem, eu só quero que saiba que não estou dizendo isso só porque você já é Deus.
Charles

** Querido Deus, Talvez Caim e Abel não matassem tanto um ao outro se eles tivessem seu próprio quarto. Isso funciona com meu irmão.
Eddie

Algumas do Brasil:

** Querido Deus, Faça o meu pai lembrar de trazer de presente tudo o que eu esqueci de pedir.
Robin

** Tia disse: Seu irmão nasceu, era muito bonitinho e foi direto morar com Jesus—explicando que o neném havia morrido. As crianças estavam em pé, ouvindo atentamente. O mais velho, de quatro anos, põe a mão no ombro do irmão de três anos, e ora: Papai do céu, leva o Viquinho também!?
Ciro


Post retirado do site do grande poeta Jorge Camargo.

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Brincar!

Um, dois, três e já! A brincadeira vai começar! É só olhar a expressão na carinha da criançada para descobrir que a hora da brincadeira é um dos momentos mais aguardados do dia. É a hora de deixar a imaginação fluir, a criatividade se desenvolver e os sonhos aflorarem. "Não importa se o brinquedo é a pipa ou a boneca, o vídeo game ou o cavalinho de pau. O importante é que a criança tenha espaço para se desenvolver e se conhecer. Essa é a verdadeira importância da brincadeira", explica Renata Meirelles, educadora e uma das fundadoras do Bira, projeto que estuda as brincadeiras infantis da região amazônica.

Indispensável na formação da criança, o ato de brincar é natural. Não é preciso mostrar como fazer, a brincadeira simplesmente acontece. E sempre foi assim. Pinturas rupestres e artefatos mostram que mesmo na pré-história as crianças já exploravam o mundo por meio de brincadeiras. Com materiais naturais elas fabricavam seus próprios brinquedos. "Não era preciso muito. Um pedaço de galho era suficiente para se tornar uma 'espada' e um pouco de barro se transformava em bonecos", conta Cristina Von, autora do livro A história dos brinquedos.

De acordo com a escritora, na China e no Egito antigo, a brincadeira evoluiu e surgiram brinquedos como o ioiô, a pipa e a bola de gude. Na Grécia e na Roma antiga, jogos individuais e coletivos foram criados, coincidindo com a realização das primeiras olimpíadas. Registros de marionetes e soldadinhos de chumbo vêm da Idade Média e, posteriormente, com o avanço tecnológico, brinquedos mais incrementados foram criados. "Daí o surgimento do patins, da bicicleta e, mais recentemente, dos videogames, que passaram a fazer parte das brincadeiras infantis", afirma Cristina.

Mas como explicar que crianças de diferentes partes do mundo e em diferentes épocas tenham em comum as mesmas brincadeiras? Uma pesquisa realizada no início do século XX pelo antropólogo teuto-americano Franz Boas mostra que brincar é uma linguagem universal. O estudo indica que diversas culturas que nunca tiveram a oportunidade de se encontrar e de trocar experiências possuíam brincadeiras iguais. Como fazer cama de gato, ou seja, brincar de entrelaçar um barbante ou algum tipo de corda formando diferentes desenhos. "Todos durante a infância bebem da mesma fonte, uma fonte mais profunda que a própria cultura. É uma relação insconsciente que o ser humano tem de se expressar e de interagir com o mundo nos primeiros anos de vida", explica Renata.

Muito mais em:
http://br.noticias.yahoo.com/s/12102009/48/entretenimento-brincar-linguagem-universal.html

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Infância saudável

Como os pais devem agir para os filhos terem uma infância mais saudável

- Não basta colocar na escola ou pagar uma babá para vigiar os filhos. Uma infância bem vivida depende muito mais das atitudes dos pais do que de qualquer outro fator;
- Diga não à super-proteção. Dentro dos limites, garanta a seus filhos liberdade de ir e vir e de tomar decisões;
- Varie nas brincadeiras. Em vez de fornecer apenas brinquedos fabricados, incentive brincadeiras ao ar livre ou com brinquedos artesanais. Isso contribuirá para o desenvolvimento da fantasia e da criatividade do seu filho;
- Participe. Estar presente e ser ativo na vida dos pequenos faz uma grande diferença na formação do ser. Dar atenção, jogar conversa fora, ter momentos simples e duradouros no dia-a-dia são formas de se aproximar;
- Deixe a frustração acontecer. Assim como aprender a lidar com vitórias e conquistas, é indispensável para a criança aprender a lidar com frustrações e perdas;
- Diminua o acesso à televisão e ao computador. Em vez de um joguinho de computador ou um desenho animado na televisão, incentive a leitura, o teatro, o cinema, fortes aliados na formação cultural e criativa da criança.

Leia mais...

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Amamentação IV

Glândula Mamária: Fonte de Vida
A "pega" correta e vigorosa do mamilo e da aréola favorece a mamada com até 80 sucções por minuto.

São monitorados pelo bebê:
- Freqüência;
- Intervalo entre as mamadas
- Horário.


CURIOSIDADES SOBRE O LEITE HUMANO:
Alimento completo com secreção viva e dinâmica de puro amor.
Contém Nutrientes:
- Proteínas
- Lipídeos (gorduras)
- Lactose (açúcar)
- Sais Minerais
- Vitaminas
- Água = 87,3%
- Mais de 300 outros elementos

É rico em:
- Anticorpos
- Leucócitos
- Lactoferrina
- Fator Bífidus
- Macrófagos

Poderoso na capacidade de Prevenir:

- Infecções: respiratórias, intestinais, urinárias, de pele e de ouvido
- Alergias
- Desnutrição crônica
- Alterações ortodônticas
- Diabete Mellitus
- Outras doenças a curto e longo prazo


Poderoso na capacidade de Reduzir:
- Mortalidade Infantil
- Internamento hospitalar
- Aquisição de remédios e leite alternativo.


quarta-feira, 2 de setembro de 2009

O que o fiho pensa do pai...

O que o filho pensa do pai...

Aos 7 anos:
Papai é grande. Sabe tudo!
Aos 14 anos:
Parece que Papai se engana em certas coisas que diz...
Aos 20 anos:
Papai está um pouco atrasado em suas teorias: não são desta época...
Aos 25 anos:
O "Coroa" não sabe nada... Está caducando, decididamente.
Aos 35 anos:
Com minha experiência, meu Pai seria hoje, milionário...
Aos 45 anos:
Não sei se consulto o "Velho" ; talvez me pudesse aconselhar...
Aos 55 anos:
Que pena Papai ter morrido; a verdade é que ele tinha idéias notáveis!
Aos 60 anos:
Pobre Papai! Era um sábio! Como lastimo tê-lo compreendido tão
tarde...

Nó no lençol

Nó no Lençol

"Numa reunião de pais, numa escola da periferia, a diretora incentivava o apoio que os pais deveriam dar aos filhos. Ela insistia que eles deveriam dar um jeito e, mesmo todos trabalhando fora, deviam encontrar uma forma de se fazer presentes.
Ela ficou muito surpresa quando um pai levantou e contou, no seu jeito humilde, que ele não tinha tempo de ver o filho durante a semana, pois quando ele saía para trabalhar, muito cedo, a criança estava dormindo.
Quando voltava, já era tarde e o filho tinha ido para a cama. Se ele não fizesse isso não teria como sustentar a família.
Ele tentava se redimir indo beijar os filhos todas as noites quando chegava em casa. E, para que o filho tivesse certeza da sua presença, dava um nó na ponta do lençol. Isso acontecia religiosamente todas as noites! Quando o menino acordava, sabia, através do nó, que o pai havia estado ali para beijá-lo.
O nó era o elo de comunicação entre eles. Mais surpresa ficou a diretora quando constatou que o filho desse pai era um dos melhores alunos da sala. Essa história nos faz refletir como são muitos os jeitos de um pai, mesmo sem tempo, se fazer presente.

Você já deu um nó no "lençol" Hoje?"

sábado, 29 de agosto de 2009

Prevenção de acidentes - bebês

Dicas de Prevenção

Cuidados com o bebê


Agora que vocês são pais, vocês provavelmente estão mais cuidadosos e querem proteger seus filhos de todas as ameaças que podem existir "lá fora". Mas, e os perigos que estão próximos ou em casa? Itens aparentemente inocentes, como a torneira do banheiro ou o botão perdido das suas camisas, de repente, têm uma grande importância, quando um bebê tem que ser cuidado. Até mesmo produtos feitos para ninar ou entreter sua criança podem, às vezes, ser perigosos.

Sabia mais sobre medidas de segurança que irão ajudá-lo a deixar o ambiente do bebê mais seguro.

Como proteger o seu bebê dos acidentes:



  • Bebês devem dormir em colchão firme de barriga para cima, cobertos até a altura do peito com lençol ou manta que estejam presos embaixo do colchão. O colchão deve estar bem preso ao berço (não mais que dois dedos de espaço entre o berço e o colchão) e sem qualquer embalagem plástica.


  • Seja especialmente cauteloso em relação aos berços usados. Procure berços certificados conforme as normas de segurança do Inmetro. Fique atento aos espaços das grades de proteção do berço, elas não devem ter mais que 6cm de distância entre elas.


  • Remova todos os brinquedos e travesseiros do berço quando seu bebê estiver dormindo, para reduzir o risco de asfixia.


  • Compre somente brinquedos apropriados para o seu bebê. Brinquedos pequenos e partes de brinquedos podem engasgar as crianças- verifique as indicações de idade do selo do Inmetro. Tenha certeza de que o piso está livre de objetos pequenos como botões, colar de contas, bolas de gude, moedas, tachinhas. Tire esses e outros pequenos itens do alcance de seu bebê.


  • Tenha certeza de que materiais de limpeza, remédios e vitaminas estão trancados e longe do bebê. Tire plantas venenosas do alcance.


  • Considere a compra de cortinas ou persianas sem cordas para evitar que crianças menores corram o risco de estrangulamento.


  • Nunca deixe as crianças, sem vigilância, próximas a pias, vasos sanitários, banheiras, baldes e recipientes com água. Esvazie-os logo depois de usá-los. Guarde baldes e recipientes de cabeça para baixo.


  • A maioria das queimaduras com bebês, especialmente entre as idades de seis meses a dois anos, são causadas por comidas quentes e líquidos derramados na cozinha. A água quente da pia e da banheira é também responsável por muitas queimaduras em crianças; essas tendem a ser mais graves e cobrem uma porção maior do corpo do que as ocasionadas por outros líquidos quentes


  • Sempre teste a temperatura da água do banho, usando o dorso da mão ou o cotovelo, movimentando a água de um lado para o outro.


  • Evite carregar comidas ou bebidas quentes próximas de seu bebê.


  • Não use toalha comprida na mesa. O bebê pode puxá-la e derrubar utensílios e líquidos quentes.


  • Não use andador com rodas, prefira o cercado (chiqueirinho).


  • Instale telas ou grades nas janelas e sacadas. Nunca coloque berços ou outros móveis próximos de uma janela.


  • Procure adquirir móveis com pontas arredondadas ou considere o uso de pontas de silicone (protetores de quinas) vendidas em lojas especializadas de bebê.


  • Evite móveis com vidro ou outro material que possa quebrar e cortar.


  • Mantenha uma mão em seu bebê enquanto você troca as fraldas. Não deixe seu bebê sozinho em mesas, camas ou outros móveis.


  • Em uma colisão, uma cadeirinha de segurança instalada e usada corretamente reduz em 71% o risco de um bebê morrer. Entretanto, é estimado que a maioria das crianças está sendo transportada no carro desprotegida ou de forma incorreta. Use a cadeirinha em todas as viagens, desde a saída da maternidade. Bebês devem viajar no bebê-conforto, instalado de costas para o movimento do veículo, até completarem um ano de idade e pesarem pelo menos 9 Kg. Nunca coloque a criança no banco da frente de um carro.

    Sufocação - pode ocorrer enquanto o bebê está dormindo, quando seu rosto fica encoberto no lençol, travesseiro ou outra roupa de cama macia. As grades do berço também podem ser uma ameaça causando mortes por estrangulamento e sufocação. Quando estão na fase de descobrir o mundo com a boca, os bebês ainda podem se engasgar com partes e/ou brinquedos pequenos, comidas e outros pequenos objetos.

    Envenenamento - Crianças com até dois anos de idade correm maior risco de um envenenamento não intencional. Produtos de limpeza e medicamentos são riscos significantes. Bebês podem se envenenar respirando a fumaça de fumos. Preste atenção com plantas, verifique antes de comprá-las se são seguras para suas crianças.

    Afogamento – grande parte dos afogamentos com bebês acontece em banheiras. Na faixa etária até dois anos, mesmo vasos sanitários e baldes podem ser perigosos. A primeira causa de afogamento com crianças é a falta de supervisão – geralmente por questão de segundos.

    Veículos automotores – Em uma colisão, uma cadeirinha de segurança instalada e usada corretamente reduz em 71% o risco de um bebê morrer. Entretanto, é estimado que a maioria das crianças está sendo transportada no carro desprotegida ou de forma incorreta.

    Quedas – Entre as principais associações de quedas com bebês estão os móveis, escadas e andador. Este último é responsável por mais acidentes que qualquer outro produto infantil destinado a crianças entre 05 e 15 meses – a maior parte das lesões resultam de quedas em escadas ou simplesmente por tropeços quando estão no andador.

    Queimaduras – A maioria das queimaduras com bebês, especialmente entre as idades de seis meses a dois anos, são causadas por comidas quentes e líquidos derramados na cozinha. A água quente da pia e da banheira é também responsável por muitas queimaduras em crianças; essas queimaduras tendem a ser mais graves e cobrem uma porção maior do corpo do que as ocasionadas por outros líquidos quentes.

    Retirado do site:www.criancasegura.org.br

    Essas crianças...

    Desde que tive meu filho Pedro penso em escrever. Não apenas algo para as mães mas compartilhar com todos as alegrias, sustos, tristezas, emoções e até os momentos de raiva que todos os pais passam com seus filhos.
    Cada filho é único, não dá para generalizar. Mas existem coisas que toda criança faz, sem exceções...quem tem filho vai se identificar, quem pensa em ter filhos...vai se surpreender!

    Além disso, quem é de Sorocaba e região poderá conferir, aqui, dicas de passeios, programação cultural e outras atividades voltadas para a família, conferidas e recomendadas por mim.