domingo, 6 de janeiro de 2013
Material Escolar 2012.
terça-feira, 4 de dezembro de 2012
Primeiro contato com a morte.
Um assunto que evitamos sempre.
terça-feira, 4 de setembro de 2012
Quero uma mãe gordinha!
segunda-feira, 3 de setembro de 2012
A idade certa para ser mãe!
Newton Eduardo Busso*
*Newton Eduardo Busso é médico ginecologista, especialista em infertilidade conjugal e secretário geral da 19ª Jornada de Obstetrícia e Ginecologia da Santa Casa de São Paulo
terça-feira, 26 de junho de 2012
Erotização infantil.
sábado, 19 de março de 2011
Reportagem da RedeTV, assista!
PARTE 01
PARTE 02
PARTE 03
terça-feira, 15 de março de 2011
Coleira para crianças. Matéria da Folha de SP.
na mídia, nos últimos meses.
A partir do post que fiz sobre o tema,
fui entrevistada para a matéria de hoje, do Caderno Equilíbrio,
do jornal Folha de São Paulo:


Participe e dê a sua opinião!
Coleira para crianças inspira olhares críticos e reflexões
MARIANA VERSOLATO
DE SÃO PAULO
Parece coleira de cachorro, mas é uma mochilinha com alça, que prende a criança à mãe. A cena, que começa a ficar mais comum em capitais do país, gera olhares tortos e também curiosidade.
A mochila-coleira é usada há décadas nos EUA, na Europa e no Japão. Aqui, ainda é novidade, embora seja vendida em grandes lojas para bebês há cerca de dois anos.

A culinarista Marisa Abeid, 32, de Sorocaba, admite que, à primeira vista, o acessório parece "estranho".
Mas conta que usou um modelo de braço (ligando o pulso da criança ao do adulto) no filho Pedro, de três anos, quando ele tinha um ano e meio. "Num piscar de olhos, ele sumia", diz a mãe, que se sentia mais segura assim. Ela pretende usar o mesmo artifício com o mais novo, João, de sete meses.
O instrumento só causa polêmica por falta de hábito, para a pediatra Maria Aurora Brandão, 63, do Hospital São Luiz. Ela "encoleirou" os filhos 40 anos atrás, em uma viagem a Portugal. "É uma questão de segurança."
A arquiteta Larissa Lieders, 32, comprou a mochila para sair sossegada com a filha Olivia, de quatro anos. "Ela corre pela rua, em supermercados e lojas. Se estou carregando sacolas, tenho que largar tudo e ir atrás."
Às vezes, segundo a mãe, Olivia fica irritada com a coleira. Na semana passada, aprendeu a se livrar dela.
A publicitária Lica Ribeiro, 30, ouviu coisas como "Parece cachorro" e "Só falta dar ossinho", ao circular com o filho Pedro, de três anos e meio, "acorrentado" a ela. "A primeira reação das pessoas é criticar. Mas criança não quer pegar na mão, quer explorar as coisas. A mochila é segurança para a gente e liberdade para eles."
De acordo com Ricardo Halpern, presidente do departamento de pediatria do comportamento e desenvolvimento da Sociedade Brasileira de Pediatria, o acessório só vale para lugares com aglomeração. "Não causa nenhum prejuízo à criança se usado de forma adequada."
Já a psicóloga e colunista da Folha Rosely Sayão diz que a guia é uma comodidade para pais que querem olhar outras coisas que não os filhos. "Querem ter filhos, mas agir como se não tivessem. Alguns podem perceber, depois, que passou o tempo de dar as mãos aos filhos, e não aproveitaram."
Roseli Caldas, professora de psicologia da Universidade Mackenzie, concorda. "Para sermos práticos, deixamos de lado a afetividade."
Segundo Caldas, a criança precisa mais do toque da mãe do que de fita que a prenda.
"Esse limite que depende de uma "coleira" não prepara para o desenvolvimento. A voz de comando da mãe tem que valer. Se a criança não construiu essa noção de autoridade, como será no futuro? Que fita a mãe usará na adolescência?", pergunta.
"Fui 'encoleirada' quando pequena e sobrevivi":
LUISA ALCANTARA E SILVA
DE SÃO PAULO
Orlando, 1988. Eu com seis anos, dois irmãos mais velhos e meus pais.
Em um dos parques, abracei a perna de um homem. Olhei para cima: "Hum, não é meu pai". Olhei para o lado: "Cadê meu pai?". E então: "Perdi meu pai". Mas, não, minha família estava por perto.
Para que eu não me perdesse mesmo, minha mãe comprou a tal coleira, que ligava a minha calça à dela.
Uma tia que viajava com a gente achou aquilo "absurdo", contou a minha mãe. Mas ela disse que não estava nem aí, porque ficava mais tranquila.
Não me lembro de me sentir mal. O que é uma coleira para uma criança enlouquecida em Orlando?
Hoje, mesmo não sendo mãe, entendo as que se valem do acessório. Se reduz a preocupação, por que não?
segunda-feira, 19 de abril de 2010
Criando filhos independentes II.
Dar independência às crianças é difícil -- o tipo de cuidado e atenção que devemos dar a elas é diferente quando elas são bebês e quando têm 3, 7 ou 12 anos, e nem sempre fica tão óbvio o quais tarefas devemos começar a deixar por conta deles.
Mas ninguém quer criar um adulto que traga roupa suja para lavar em nossa casa aos 40 anos de idade e que seja incapaz de se virar e preparar uma refeição simples. Também não queremos criar um adulto totalmente dependente, em termos emocionais, de nós.
Crianças devem crescer, florescer e se tornar independentes sob nossa proteção. Uma planta que fica sempre na sombra de outra acaba se contorcendo e virando para pegar luz, assim como fazem as crianças a quem os pais não dão o espaço e a liberdade suficientes.
Além disso, com tarefas como guardas as coisas, a criança começa a ter senso de organização e asseio, coisas que vão ajudá-la ao longo da vida.
Tranferindo responsabilidades aos poucos
Mais cedo ou mais tarde nós precisamos dar espaço e responsabilidade aos nossos filhos, deixando-os fazer as coisas sozinhos, mas o processo deve ocorrer gradativamente. Se acontecer rápido demais, ou antes da hora, crianças pequenas ficam assustadas com a independência e o efeito é o contrário: elas podem se tornar introvertidas ou se agarrar desesperadamente a você.
Ensine-o a ter opinião própria
- Deixe seu filho ver que você tem opinião: comente quando ouvir alguma bobagem na TV, deixe-o ouvir conversas de adultos.
- Estimule seu filho a falar. Ache uma hora do dia para sentar-se com ele e discutir seu dia. Peça a opinião dele e espere pela resposta. Uma dica: em vez de perguntar "Como foi a escola hoje?", pergunte "Qual foi a coisa mais legal da escola hoje?". A resposta da segunda pergunta é mais promissora que o simples "legal" que você vai ouvir se fizer a primeira.
- Responda quando ele perguntar por quê; explique usando termos simples.
- Se possível, façam as refeições juntos. Ouça sempre que a criança quiser participar da conversa. Nunca caçoe de suas opiniões. O melhor jeito de discordar é dizendo: "É uma opinião/idéia boa/interessante, mas...".
Preparando-o para sair sozinho
- Uma criança pequena, de 1 ano, pode passar um tempinho brincando sozinha no quarto, desde que todos os perigos sejam retirados.
- Aos 2 anos, a criança pode sentar-se à mesa ou no cadeirão e desenhar, enquanto você cozinha, ou brincar aos seus pés enquanto você conversa ao telefone. O segredo é interagir com ela a cada um ou dois minutos, e uma palavra, um sorriso ou um beijo lançado de longe é tudo de que ela precisa.
- Aos 3 anos de idade, seu filho deve caminhar pequenas distâncias com você -- até a banca de jornal ou à lojinha perto de casa, por exemplo. Andar faz bem à saúde e é essencial para aprender segurança nas ruas. Se a criança vir você olhar para os lados ao atravessar a rua, ela também fará o mesmo.
Tarefas domésticas que uma criança de 3 anos pode fazer
- Guardar os brinquedos: faça disso uma brincadeira -- por exemplo, coloque uma música para tocar e brinque de guardar tudo antes de ela acabar.
- Cuidar da roupa suja: aos 3 anos, a criança pode separar as próprias roupas das outras, e as cores claras das escuras. Também pode pôr sua roupa suja no cesto.
- Arrumar a mesa: crianças de 3 anos podem tirar o pó e passar um pano na mesa e no chão se você torcer o pano para elas.
- Assim que ela conseguir segurar objetos pequenos com os dedos e o dedão, no movimento de pinça (em torno dos 6 a 9 meses de idade), deixe a criança comer sozinha sanduichinhos, pedacinhos de banana, cenoura cozida, maçã ralada etc.
- Quando der comida a seu filho, também dê uma colher para ele segurar. Mas levar uma colher de comida do prato para a boca é um negócio complexo e melecado, e leva tempo para ele conseguir. Aos 3 anos já dá para comer sozinho com um garfo de pontas arredondadas, mas ainda é preciso cortar a comida para ele.
- Deixe o bebê segurar o copo ou a mamadeira mesmo que você ajude -- e, aos poucos, passe o controle todo para ele.
- Crianças que praticam ou brincam com coisas que estimulam o uso dos dedos logo aprendem a fazer essas tarefas. Dê a ela um giz de cera grosso e um pedaço de papel para desenhar. Procure brinquedos que estimulem o ato de encaixar, como quebra-cabeças simples.
Ajudando seu filho a se vestir
- Crianças pequenas têm dificuldade em lidar com zíperes, botões, cadarços e ganchos -- escolha roupas com elástico, velcro ou que entrem nela mesmo com zíperes e botões parcialmente fechados.
- Ponha as roupas (sobre a cama, por exemplo) da esquerda para a direita, na ordem em que serão vestidas. Isso não é essencial, mas treina a direção que os olhos devem seguir ao ler.
- Coloque as roupas (sobre a cama, por exemplo) de um jeito que a criança as segure do jeito certo -- calça com a frente para cima (assim ela pode sentar e vesti-la), blusas e vestidos com a frente para baixo.
- Escolha calcinhas ou cuecas com faixas contrastantes na cintura e nas pernas -- isso ajuda a criança a acertar os “buracos” na hora de se vestir. Também dê preferência a meias sem calcanhar marcado.
- Ensine seu filho a colocar primeiro os braços nas blusas e camisetas, antes da cabeça. Evite golas apertadas.
- Ajude a criança a calçar os sapatos, mas deixe que ele os prenda com o velcro sempre que possível. Crianças sentam com os joelhos voltados para fora e tendem a colocar o sapato com o fecho voltado para dentro, onde elas conseguem vê-lo. Por isso elas acabam trocando os sapatos. Fechos centrais evitam isso.
- Ensine "truques" ao seu filho: a etiqueta fica sempre para trás, quase sempre a estampa da camiseta é para a frente, a costura central da calça fica embaixo do umbigo, o desenho ou fecho do sapato fica quase sempre para o lado de fora.
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
Cuidado com a desidratação!
Em geral, as respostas do corpo das crianças ao exercício físico são parecidas às dos adultos. Porém, algumas características do organismo das crianças precisam ser destacadas, principalmente em relação à regulação da temperatura do corpo:
- As crianças, em dias quentes, absorvem o calor do ambiente mais rápido que os adultos, aumentando o risco de doenças provocadas pelo calor (insolação, por exemplo)(3).
- As crianças demoram mais para perceber a sede, levando mais facilmente à desidratação(4).
- As crianças produzem mais calor por cada quilo de peso durante as atividades físicas, quando comparadas aos adultos.
Assim como adultos, quando crianças e adolescentes praticam qualquer atividade física, eles podem sofrer desidratação em função do suor e da ingestão de líquidos em quantidade insuficiente. Essa desidratação contribui para o aumento da temperatura do corpo, podendo causar problemas à saúde(2).
Como ocorre a desidratação
A desidratação também ocorre em crianças, assim como nos adultos. Portanto, é importante prevenir a desidratação, especialmente em crianças fisicamente ativas(5).
É importante saber identificar se seus filhos estão desidratados, então fique atento aos seguintes sinais: pele vermelha, cansaço, muita sede, intolerância ao calor, urina em pouca quantidade e em um tom mais escuro. Para uma criança pode ser ainda mais difícil de perceber esses sinais(3).
Para prevenir a desidratação em crianças fisicamente ativas, é importante ensiná-las a beber líquidos com mais freqüência, mesmo sem ter muita sede, para compensar as perdas de líquidos 6. Além disso, tentar acostumar seu filho ao calor, levá-lo para descansar na sombra sempre que possível e escolher roupas leves e claras para momentos ativos(7).
Outra escolha importante a ser feita é qual bebida se deve oferecer, principalmente na reidratação de crianças fisicamente ativas. Bebidas com sabores gostosos fazem com que elas bebam mais e se hidratem melhor. As crianças ativas, quando ficam com sede, já perderam líquidos e importantes sais minerais, como sódio, cloro e potássio, e já podem estar desidratando. Apesar da perda de sódio pelo suor da criança ser menor do que no adulto, a ingestão de bebidas esportivas não representa nenhuma sobrecarga para seu filho.
As bebidas esportivas são elaboradas para facilitar a absorção de água, através do rápido esvaziamento do estômago e absorção rápida de líquidos, evitando desconforto para seus filhos e reidratando melhor(1).
A quantidade certa de líquido
Antes da Atividade Física - Uma hora antes da atividade física, as crianças com menos de 41 kg de peso devem tomar 90 - 180 ml de líquidos, enquanto aquelas com mais de 41 kg devem tomar 180 - 360 ml(12).
Durante a Atividade Física - A cada 20 minutos, as crianças com menos de 41 kg devem tomar 80 - 180 ml de líquidos e aquelas com mais de 41 kg devem tomar 180 - 270 ml(13).
Depois da Atividade - De modo geral, as crianças com peso corporal menor que 41 kg podem tomar até 200 ml a cada 200 g de peso perdido, enquanto aquelas com mais de 41 kg podem precisar de 300 ml a cada 200 g de peso perdido. Essa reposição de fluídos deve ser feita nas primeiras 2 a 3 horas depois da atividade(12).
Confira algumas dicas para estimular a atividade física nas crianças:
- Promova passeios e atividades familiares onde todos possam participar.
- Entre nas brincadeiras das crianças.
- Dê o exemplo incentivando seus filhos a pular corda, andar de bicicleta ou dançar.
- Apóie a participação de seu filho em jogos escolares, esportes coletivos e também individuais.
- Restrinja o tempo destinado à televisão, computadores, vídeo games e outras brincadeiras que não promovam o movimento do corpo.
Explique para o seu filho a importância de se manter ativo por toda a vida e divirtam-se!
Referências Bibliográficas
1 - Lazzoli, José Kawazoe, et al. Posição oficial da SBME: Atividade Física e saúde na infância e adolescência.
2 - Bar-Or, O., C.J.R. Lamb. Perspectives in Exercise Science and sports Medicine: fluid Homeostasis During Exercise, Chapt. 1 pp 1-38, 1990.
3 - Meyer F . Regulação Térmica e hidratação para crianças e adolescentes que se exercitam no calor. In: Desportos para crianças e Jovens: Razões e Finalidades. Marques, Antonio; Gaya, Adroaldo; Tani, Go Editores Editora UFRGS, pg. 497-505, 2004.
4 - Rivera-Brown, A. M. , R. Gutierrez, W. R. Frontera and O. Bar-Or (1999). Drink composition, voluntary drinking, and fluid balance in exercising, trained, heat-acclimatized boys. J. Appl. Physiol. 48: 104-108.
5 - Wilk, B. and O. Bar-Or (1996) Effect of drink flavor and Nacl on voluntary drinking and rehydration in boys exercising in the heat. J. Appl Physiol. 80: 1112-1117.
6 - Brown, Anita Rivera. Niños Atletas y ejercicio em ambiente caluroso. El Rincón Del Entrenador 5. GSSI BASE Latinoamerica. 2000.
7 - Bar-Or, O., Dotan, O. Inbar, A. Rothstein and H. Zonder (1980). Voluntary dehydratation in 10-12 year old boys. J. Appl Physiol. 48:104-108.
8 - PORTARIA SVS-MS número 222 - 24 de março de 1998: Regulamento técnico para fixação de identidade e qualidade de alimentos para praticantes de atividade.
9 - Wilk B. e Bar-Or. Journal of Applied Physiology 80: 1112-1117, 1996.
10 - Bar-Or, O. Temperature regulation during exercise in children and adolescents. In: GISOLFI C, LambDR, eds. Perspectives in Exercise and Sports Medicine, Il. Youth, Exercise and Sport. Indianapolis, In: Benchmark Press; 1989, 335-367.11 - RIVERA-BROWN A., et al. Drink composition, voluntary drinking and fluid balance in exercising, trained, heat-acclimatized boys. J Appl Phys 86:78-84, 1999.
12 - Adaptado de: 2000 National Athletic Trainers' Association Position Statement: Fluid Replacement for Athletes, J Athletic Training 35(2): 212-224, 2000.
13 - Adaptado de: American Academy of Pediatrics Position Statement, Pediatrics 106: 158-159, 2000
*matéria retirada do site: http://www.clicfilhos.com.br
domingo, 15 de novembro de 2009
Cartas para Deus.
Cartas reais para Deus escritas por crianças
traduzidas de original em inglês.
** Querido Deus, Eu não pensava que laranja combinava com roxo até que eu vi o por-do-sol que Você fez terça- feira. Foi demais!
Eugene
** Querido Deus, Você queria mesmo que girafa se parecesse assim ou foi um acidente?
Norma
** Querido Deus, Em vez de deixar as pessoas morrerem e ter que fazer outras novas, por que você não mantém aquelas que você tem agora?
Jane
** Querido Deus, Quem desenha as linhas em volta dos países?
Nancy
** Querido Deus, Eu fui a um casamento e eles se beijaram dentro da igreja. Tem algum problema com isso?
Neil
** Querido Deus, Obrigado pelo meu irmãozinho, mas eu orei por um cachorrinho.
Joyce
** Querido Deus, Choveu o tempo todo durante as nossas férias e como meu pai ficou zangado! Ele disse algumas coisas sobre você que as pessoas não deveriam dizer, mas eu espero que você não vá machucá-lo.
Seu amigo (mas eu não vou dizer quem eu sou)
** Querido Deus, Por favor, me mande um pônei. Eu nunca te pedi nada antes,você pode checar.
Bruce
** Querido Deus, Eu quero ser igualzinho ao meu pai quando eu crescer, mas não com tanto cabelo no meu corpo.
Sam
** Querido Deus, Eu aposto que é muito difícil para você amar a todas as pessoas no mundo. Na nossa família tem só quatro pessoas e eu nunca consigo…
Nan
** Querido Deus, Meus irmãos me falaram sobre nascer de novo, mas soa muito estranho.Eles estão só brincando, não é?
Marsha
** Querido Deus, Se você olhar para mim na igreja domingo, eu vou te mostrar meus sapatos novos.
Mickey
** Querido Deus, Nós lemos que Thomas Edson fez a luz. Mas na escola dominical nós aprendemos que foi você. Eu acho mesmo que ele roubou sua idéia.
Sinceramente,
Donna
** Querido Deus, Eu não acho que alguém poderia ser um Deus melhor que você. Bem, eu só quero que saiba que não estou dizendo isso só porque você já é Deus.
Charles
** Querido Deus, Talvez Caim e Abel não matassem tanto um ao outro se eles tivessem seu próprio quarto. Isso funciona com meu irmão.
Eddie
Algumas do Brasil:
** Querido Deus, Faça o meu pai lembrar de trazer de presente tudo o que eu esqueci de pedir.
Robin
** Tia disse: Seu irmão nasceu, era muito bonitinho e foi direto morar com Jesus—explicando que o neném havia morrido. As crianças estavam em pé, ouvindo atentamente. O mais velho, de quatro anos, põe a mão no ombro do irmão de três anos, e ora: Papai do céu, leva o Viquinho também!?
Ciro
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
Brincar!
Um, dois, três e já! A brincadeira vai começar! É só olhar a expressão na carinha da criançada para descobrir que a hora da brincadeira é um dos momentos mais aguardados do dia. É a hora de deixar a imaginação fluir, a criatividade se desenvolver e os sonhos aflorarem. "Não importa se o brinquedo é a pipa ou a boneca, o vídeo game ou o cavalinho de pau. O importante é que a criança tenha espaço para se desenvolver e se conhecer. Essa é a verdadeira importância da brincadeira", explica Renata Meirelles, educadora e uma das fundadoras do Bira, projeto que estuda as brincadeiras infantis da região amazônica.
Indispensável na formação da criança, o ato de brincar é natural. Não é preciso mostrar como fazer, a brincadeira simplesmente acontece. E sempre foi assim. Pinturas rupestres e artefatos mostram que mesmo na pré-história as crianças já exploravam o mundo por meio de brincadeiras. Com materiais naturais elas fabricavam seus próprios brinquedos. "Não era preciso muito. Um pedaço de galho era suficiente para se tornar uma 'espada' e um pouco de barro se transformava em bonecos", conta Cristina Von, autora do livro A história dos brinquedos.De acordo com a escritora, na China e no Egito antigo, a brincadeira evoluiu e surgiram brinquedos como o ioiô, a pipa e a bola de gude. Na Grécia e na Roma antiga, jogos individuais e coletivos foram criados, coincidindo com a realização das primeiras olimpíadas. Registros de marionetes e soldadinhos de chumbo vêm da Idade Média e, posteriormente, com o avanço tecnológico, brinquedos mais incrementados foram criados. "Daí o surgimento do patins, da bicicleta e, mais recentemente, dos videogames, que passaram a fazer parte das brincadeiras infantis", afirma Cristina.
Mas como explicar que crianças de diferentes partes do mundo e em diferentes épocas tenham em comum as mesmas brincadeiras? Uma pesquisa realizada no início do século XX pelo antropólogo teuto-americano Franz Boas mostra que brincar é uma linguagem universal. O estudo indica que diversas culturas que nunca tiveram a oportunidade de se encontrar e de trocar experiências possuíam brincadeiras iguais. Como fazer cama de gato, ou seja, brincar de entrelaçar um barbante ou algum tipo de corda formando diferentes desenhos. "Todos durante a infância bebem da mesma fonte, uma fonte mais profunda que a própria cultura. É uma relação insconsciente que o ser humano tem de se expressar e de interagir com o mundo nos primeiros anos de vida", explica Renata.
Muito mais em:http://br.noticias.yahoo.com/s/12102009/48/entretenimento-brincar-linguagem-universal.html
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
Infância saudável
- Não basta colocar na escola ou pagar uma babá para vigiar os filhos. Uma infância bem vivida depende muito mais das atitudes dos pais do que de qualquer outro fator;
- Diga não à super-proteção. Dentro dos limites, garanta a seus filhos liberdade de ir e vir e de tomar decisões;
- Varie nas brincadeiras. Em vez de fornecer apenas brinquedos fabricados, incentive brincadeiras ao ar livre ou com brinquedos artesanais. Isso contribuirá para o desenvolvimento da fantasia e da criatividade do seu filho;
- Participe. Estar presente e ser ativo na vida dos pequenos faz uma grande diferença na formação do ser. Dar atenção, jogar conversa fora, ter momentos simples e duradouros no dia-a-dia são formas de se aproximar;
- Deixe a frustração acontecer. Assim como aprender a lidar com vitórias e conquistas, é indispensável para a criança aprender a lidar com frustrações e perdas;
- Diminua o acesso à televisão e ao computador. Em vez de um joguinho de computador ou um desenho animado na televisão, incentive a leitura, o teatro, o cinema, fortes aliados na formação cultural e criativa da criança.
Leia mais...
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
Amamentação IV
São monitorados pelo bebê:
- Freqüência;
- Intervalo entre as mamadas
- Horário.

CURIOSIDADES SOBRE O LEITE HUMANO:
Alimento completo com secreção viva e dinâmica de puro amor.
Contém Nutrientes:
- Proteínas
- Lipídeos (gorduras)
- Lactose (açúcar)
- Sais Minerais
- Vitaminas
- Água = 87,3%
- Mais de 300 outros elementos
É rico em:
- Anticorpos
- Leucócitos
- Lactoferrina
- Fator Bífidus
- Macrófagos
Poderoso na capacidade de Prevenir:
- Infecções: respiratórias, intestinais, urinárias, de pele e de ouvido
- Alergias
- Desnutrição crônica
- Alterações ortodônticas
- Diabete Mellitus
- Outras doenças a curto e longo prazo
Poderoso na capacidade de Reduzir:
- Mortalidade Infantil
- Internamento hospitalar
- Aquisição de remédios e leite alternativo.
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
O que o fiho pensa do pai...
Aos 7 anos:
Papai é grande. Sabe tudo!
Aos 14 anos:
Parece que Papai se engana em certas coisas que diz...
Aos 20 anos:
Papai está um pouco atrasado em suas teorias: não são desta época...
Aos 25 anos:
O "Coroa" não sabe nada... Está caducando, decididamente.
Aos 35 anos:
Com minha experiência, meu Pai seria hoje, milionário...
Aos 45 anos:
Não sei se consulto o "Velho" ; talvez me pudesse aconselhar...
Aos 55 anos:
Que pena Papai ter morrido; a verdade é que ele tinha idéias notáveis!
Aos 60 anos:
Pobre Papai! Era um sábio! Como lastimo tê-lo compreendido tão
tarde...
Nó no lençol
Ela ficou muito surpresa quando um pai levantou e contou, no seu jeito humilde, que ele não tinha tempo de ver o filho durante a semana, pois quando ele saía para trabalhar, muito cedo, a criança estava dormindo.
Quando voltava, já era tarde e o filho tinha ido para a cama. Se ele não fizesse isso não teria como sustentar a família.
Ele tentava se redimir indo beijar os filhos todas as noites quando chegava em casa. E, para que o filho tivesse certeza da sua presença, dava um nó na ponta do lençol. Isso acontecia religiosamente todas as noites! Quando o menino acordava, sabia, através do nó, que o pai havia estado ali para beijá-lo.
O nó era o elo de comunicação entre eles. Mais surpresa ficou a diretora quando constatou que o filho desse pai era um dos melhores alunos da sala. Essa história nos faz refletir como são muitos os jeitos de um pai, mesmo sem tempo, se fazer presente.
Você já deu um nó no "lençol" Hoje?"
sábado, 29 de agosto de 2009
Prevenção de acidentes - bebês
Cuidados com o bebê
Agora que vocês são pais, vocês provavelmente estão mais cuidadosos e querem proteger seus filhos de todas as ameaças que podem existir "lá fora". Mas, e os perigos que estão próximos ou em casa? Itens aparentemente inocentes, como a torneira do banheiro ou o botão perdido das suas camisas, de repente, têm uma grande importância, quando um bebê tem que ser cuidado. Até mesmo produtos feitos para ninar ou entreter sua criança podem, às vezes, ser perigosos.
Sabia mais sobre medidas de segurança que irão ajudá-lo a deixar o ambiente do bebê mais seguro.Como proteger o seu bebê dos acidentes:
Sufocação - pode ocorrer enquanto o bebê está dormindo, quando seu rosto fica encoberto no lençol, travesseiro ou outra roupa de cama macia. As grades do berço também podem ser uma ameaça causando mortes por estrangulamento e sufocação. Quando estão na fase de descobrir o mundo com a boca, os bebês ainda podem se engasgar com partes e/ou brinquedos pequenos, comidas e outros pequenos objetos. Envenenamento - Crianças com até dois anos de idade correm maior risco de um envenenamento não intencional. Produtos de limpeza e medicamentos são riscos significantes. Bebês podem se envenenar respirando a fumaça de fumos. Preste atenção com plantas, verifique antes de comprá-las se são seguras para suas crianças. Afogamento – grande parte dos afogamentos com bebês acontece em banheiras. Na faixa etária até dois anos, mesmo vasos sanitários e baldes podem ser perigosos. A primeira causa de afogamento com crianças é a falta de supervisão – geralmente por questão de segundos. Veículos automotores – Em uma colisão, uma cadeirinha de segurança instalada e usada corretamente reduz em 71% o risco de um bebê morrer. Entretanto, é estimado que a maioria das crianças está sendo transportada no carro desprotegida ou de forma incorreta. Quedas – Entre as principais associações de quedas com bebês estão os móveis, escadas e andador. Este último é responsável por mais acidentes que qualquer outro produto infantil destinado a crianças entre 05 e 15 meses – a maior parte das lesões resultam de quedas em escadas ou simplesmente por tropeços quando estão no andador. Queimaduras – A maioria das queimaduras com bebês, especialmente entre as idades de seis meses a dois anos, são causadas por comidas quentes e líquidos derramados na cozinha. A água quente da pia e da banheira é também responsável por muitas queimaduras em crianças; essas queimaduras tendem a ser mais graves e cobrem uma porção maior do corpo do que as ocasionadas por outros líquidos quentes. |
Essas crianças...
Cada filho é único, não dá para generalizar. Mas existem coisas que toda criança faz, sem exceções...quem tem filho vai se identificar, quem pensa em ter filhos...vai se surpreender!
Além disso, quem é de Sorocaba e região poderá conferir, aqui, dicas de passeios, programação cultural e outras atividades voltadas para a família, conferidas e recomendadas por mim.













