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terça-feira, 6 de março de 2018

Quando o mal mora em casa...

Uma garota de apenas 5 anos morreu após ser espancada pelos pais em Itapetininga (SP) na última sexta-feira (2).



 

De acordo com o site G1, Débora Rolim da Silva, de 24 anos, e Phelipe Douglas Alves, 25,  acionaram o Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) dizendo que a criança havia caído da cama e estava convulsionando.
No local, a equipe de socorro desconfiou dos hematomas existentes no corpo de Emanuelly Aghata da Silva e acionaram a polícia.
A garota foi levada ao pronto-socorro de Itapetininga e, em seguida, transferida para o Hospital Regional de Sorocaba, mas não resistiu e morreu poucas horas depois.
Os pais de Emanuelly foram levados à delegacia e após uma audiência de custódia, a prisão preventiva do casal foi decretada.
Débora foi encaminhada à Penitenciária Feminina de Votorantim (SP) e Phelipe foi para o Presídio II em Itapetininga.
A dupla já tinha passagens por agressão e pelo uso de drogas.
Além de Emanuelly, o casal tinha mais dois filhos, uma menina de 9 anos e um menino de 4. As crianças foram encaminhadas ao Conselho Tutelar de Itapetininga.



Momento de revolta pura revolta ! sim essa foto é da Emanuelle que faleceu espancada pela própria mãe, essa foto foi tirada por mim mesma no dia 14/01/2017, bom eu era a babá da Emanuelle que tinha 4anos o João 2anos e a Ana 7 anos, trabalhei durante 3meses na casa da Débora, presenciei muitas coisas naquela casa, faltava comida para eles as vezes eu ligava para meu meu vô levar algo lá, não tinha televisão para as crianças, a filha mas velha de 7anos que agora deve estar com 9, me falava cada coisa que a mãe saia para comprar lanche e deixava as crianças sozinhas e quando voltava comiam os lanches na frente deles e não davam para eles comerem, gente essa mãe foi cruel, ela foi um monstro para essas crianças, e numa quarta feira fui trabalhar cheguei lá na casa me espantei com esse olho roxo, gente estava muito roxo mesmo, ai ela me disse assim "anny passa essa pomada no olho dela pra sair esse roxo, fomos no barzinho ali comprar doce e ela caiu na escada" ai pensei comigo se ela tivesse caído ela estaria com o rosto ralado e não com o olho roxo, e eu disso ok eu passo, sem perguntas e sem nada, então ela saiu para trabalhar e eu perguntei para irmã mais velha, "Ana o que houve com a Manu?" ela disse "não posso contar se não minha mãe vai bater em mim" e eu disse Ana pode contar sua mãe não vai fazer nada pode me contar e então ela me disse assim "tia a mãe trancou a manu no quarto colocou papel na boca dela para ela não gritar e bateu com o guarda chuva no olho dela" eu disse ok Ana e ela foi brincar, no sábado trouxe ela em casa para minha mãe ver a situação dela e então levamos ela para uma colega dá igreja ver pois ela trabalhava no concelho, levamos ela até a moça e ela nos sugeriu a fazer denúncia pois não só o olho dela estava roxo mas as costas dela estava com algumas marcas fracas de batida e o braço cheio de marcas de unha, na segunda feira minha mãe foi ao concelho denunciar, e eu fui trabalhar, chegando lá a Débora disse "Anny não precisa vir mais tá pq a Ana está pegando implicância de você", eu disse ta bom e ela saiu para trabalhar, e eu chamei a Ana no canto e perguntei se era verdade aquilo que a mãe dela tinha me falado e ela disse que não poderia me contar pq se não a mãe ia bater nela até que então eu consegui convencê-la a me contar e ela disse que era pq umas moças do concelho tinham ido buscar eles lá eu disse que eu já sabia e então a Ana disse que tinha umas coisas pra me contar e ela me levou até o quarto fui com ela chegando lá ela me contou horrores de coisas sobre a mãe é então ela disse "tia a mãe pega a manu pelo pé e deixa ela de ponta cabeça e gira ela, maceta a cabeça da manu na parede, puxa o cabelo dela xinga ela e eu não gosto disso não gosto de ver isso" eu gravei tudo mas perdi os vídeos, e eu aconcelhei ela a falar tudo para o concelho e ela disse que só iria falar se eu fosse junto, demos um jeito e eu fui até o concelho e ela disse tudo para eles, para mim foi um alívio, levaram a menina para o IML, e mãe negando que havia batia nela e continuou falando que a menina havia caído dá escada, e desde desse dia não vi mais as crianças como minha mãe trabalhava perto ela passava em frente a casa e via as crianças na calçada brincado e ouvir aquilo era um alívio, em saber que eles estavam bem, e em dia falei para minha mãe, mãe passa em frente lá para ver como eles estão, e ela veio me falar que eles tinham se mudado, foi a pior notícia que ouvi desde ali minha cabeça ficou a mil só pensando como eles devem estar, não tive mais notícia nem do concelho pois eles visitavam as crianças duas vezes por semana mas nem isso intimidou essa mãe​, e foi ai que recebi essa noticia dolorosa minha irmã me ligou ontem me dano a notícia que a Manu havia sido espancada pela mãe e que acabou vindo a óbito, gente eu fiquei apavorada sem saber o que fazer eu não estava acreditando eu to em estado de choque ainda por mais que estávamos distante você ira fazer falta pois eu tinha a esperança de te encontrar de te ver de novo mas você se foi minha pequena e eu sentirei muitas saudades pois eu amava quando você vinha em casa e mexia em tudo e a Tia ficava Brava kk você era um doce um amor uma menininha brilhante alegre porém sofredora mas você foi guerreira eu sim sei o que você passou e tentei te ajudar de todas as formas mas essa justiça é uma bosta, minha pequena meu coração está despedaçado descanse em paz minha linda eu te amo muito
Texto: Anny Martins, ex babá da menina Emanuelle que foi espancada até a morte neste fim de semana em Itapetininga

Fonte: Sorocabanices

quinta-feira, 17 de novembro de 2016

Balas e pirulitos como recompensa!


Resultado de imagem para balas e pirulitos



Hoje mesmo li uma história no facebook que me intrigou.
Sobre uma menina que engoliu um palito de pirulito. Aliás, não engoliu: ele ficou preso na garganta dela! A mãe da menina conta:

"Sexta feira a noite, Maria Eduarda se queixou de que estava com a boquinha doendo. Eu olhei a boca dela e não vi nada. Como ela continuava ativa como sempre, falante, comilona, e não apresentava quadro de febre ou algo parecido, achei que pudesse ser algum dentinho. No sábado novamente a queixa, mais nada em tom desesperador, novamente olhei a boca dela e não vi nada.
No domingo ela ficou normal. Quando foi ontem na segunda, ela veio correndo desesperada, chorando muito em minha direção, reclamando novamente da boquinha. Mais dessa vez, em tom desesperador. Quando abri a boca dela, e ela vomitou muito em cima de mim, e chorando bastante. Ao abrir a boca dela, vi uma ponta branca, dentro da garganta. Num ato de desespero, puxei de uma vez, com medo que aquilo voltasse para dentro dela.
Quando retirei, tomei o maior susto da minha vida. Ela estava com esse palito de pirulito, dentro dela a dias. Imagino que o vômito, tenha sido uma forma que o organismo dela tenha encontrado, para expelir aquilo fora.
Então me vieram dois alertas:
1 -Eu não compro esse tipo de doce pra ela, e quando ela não está comigo, está com a minha mãe ou na escola (que por sinal, tem o hábito de dar pirulitos para as crianaçs que estão chorando).
2- Nunca ignorar uma queixa de uma criança. Ela como só tem 2 anos e 6 meses, só sabia dizer que era a boquinha. Não sabe ainda o que é garganta.
Enfim, graças a meu bom Deus, nada de pior aconteceu. Mais que fique o alerta para todos que tem criança em casa, principalmente as menores como Duda.
Não dormir a noite, tentando imaginar como ela conseguiu engolir esse palito, isso se não foi o pirulito inteiro!
Um desespero, uma angústia, um remorsos por não ter dado mais atenção as queixas dela de dor.
Deus obg por esse livramento! "


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Não temos o costume de dar balas, pirulitos, muito menos chiclete para os meninos. 
Acho muito ruim o fato de a gente ir nos lugares e eles 'ganharem' pirulitos e balas...como se fosse um prêmio ou recompensa. 

 Não importa onde: dão em todos os lugares!! 

Se estão comigo eles me consultam se podem chupar a bala ou pirulito já sabendo QUE A MÃE NÃO DEIXA comer esse tipo de coisa sem consulta. 

Infelizmente não tenho controle quando estão fora de casa sem mim. 

Vai o alerta às pessoas que dão balas e pirulitos para outras crianças: dê para os pais, nunca para a criança, afinal você não sabe as regras da casa de cada um e não pode passar por cima de combinados. Isso vale para qquer tipo de alimento porque hoje em dia as crianças têm alergias diversas, restrições, intolerâncias alimentares manifestadas de formas diferentes em cada uma. Se for em lugar público, avise a todos de forma geral, como em igrejas, festas etc., assim os pais ficam cientes de que todos receberão saquinhos de doces e eles mesmos já ficam responsáveis por 'liberar' ou não os doces a seus filhos. 

 #ficaadica

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Relato de uma mãe: doença de Blount.

Doença de Blount!

Quando o médico de um conceituado hospital infantil de SP disse essas palavras, a respeito da minha filha, Mary*, eu quase tive uma síncope! E complementou: é caso de cirurgia, e não apenas uma, mas várias, conforme o crescimento...até a adolescência.



Aquele era o primeiro médico, dos 7 que eu já havia passado, que comentou sobre essa doença; até então os médico anteriores me diziam que era preciso acompanhar, pois a Mary era muito nova. Teve um que disse pra eu ficar tranquila que aquilo corrigia sozinho. Não tinha como ficar tranquila!
A Mary nasceu saudável, ganhou peso rapidinho, só mamando no peito. Virou uma bebê super fofinha! Aos nove meses deu seus primeiros passinhos e foi quando começamos a reparar nas suas perninhas arcadas (Genu Varum).



Imaginava que o caso dela seria corrigido com bota ortopédica, mas não encontrava UM médico que a receitasse. Nas minhas pesquisas virtuais tudo o que encontrei foi: botas ortopédicas não servem pra NADA... o que fazer então? Esperar ou marcar cirurgia? Eu não queria nenhum dos dois.
Com muita oração e perseverança, fui ao 8º médico, de uma clínica ortopédica no Ibirapuera. Médico ótimo, atencioso, professor no assunto e finalmente me receitou a benditas, sim, benditas botas ortopédicas!



A Mary usou as botas diurnas por exatos 7 meses, e as botas noturnas continuam em uso, pois o tratamento ainda não acabou. Foi possível notar a melhora nas perninhas dela a cada dia e hoje posso dizer que suas pernas são perfeitas! Graças à Deus!


meu objetivo aqui não é desabonar 
opiniões médicas
ou anos de estudos 
à respeito das Botas Ortopédicas, 
mas sim encorajar os pais 
a não desistirem, 
procurar mais de uma opinião médica, 
não aceitar tudo 
o que a internet oferece de informação, 
ter fé e seguir sua intuição! 
Não sou médica, mas sou mãe.




Meu marido comentou que viu na rua, há poucos dias, uma criança de uns 2 anos, com as perninhas mais tortas que as da Mary, antes do tratamento. Questionei-lhe por que não parou pra conversar com os pais dessa criança e contar a nossa história... Imaginando que, como eu há uns meses atrás, a mãe desse bebê deve estar bem preocupada, resolvi escrever esse texto. Talvez o tratamento daquela criança não seja o mesmo, e cada caso deve ser avaliado isoladamente, mas meu objetivo aqui não é desabonar opiniões médicas ou anos de estudos à respeito das Botas Ortopédicas, mas sim encorajar os pais a não desistirem, procurar mais de uma opinião médica, não aceitar tudo o que a internet oferece de informação, ter fé e seguir sua intuição! Não sou médica, mas sou mãe.

Mary tem hoje 2 anos e 9 meses, começou o uso das botas ortopédicas diurnas quando tinha 1 ano e 11 meses e parou com 2 ano e 6 meses. Seu crescimento rápido e controle do peso foram favoráveis ao tratamento, mas ela simplesmente detestava usar as botas...


*nome fictício, para preservar a identidade da criança.



CONSEGUIMOS AUTORIZAÇÃO PARA PUBLICAR NOME DO MÉDICO E ENDEREÇO DA CLÍNICA. 
BOA SORTE A TODOS!!

Resenha da mãe da Mary:
Seguem os dados do médico:

Clínica Ortopédica Ibirapuera
Dr. José Antonio Pinto
Rua Afonso Brás, 817 - Vila Nova Conceição - São Paulo - CEP 04511-011
Fone 11 3842-8333 / Fax 11 3842-8573 / Bip 3444-4545 Cód 1084610
 Ele é ótimo!
É professor Adjunto - Doutor em Ortopedia e Traumatologia da Escola Paulista de Medicina - Universidade Federal de SP
CRM 31820 - TEOT SP 03.479

Caso ele indique a bota, eu mandei fazer na Ortopedia Cavaliere.

Essas crianças...

Desde que tive meu filho Pedro penso em escrever. Não apenas algo para as mães mas compartilhar com todos as alegrias, sustos, tristezas, emoções e até os momentos de raiva que todos os pais passam com seus filhos.
Cada filho é único, não dá para generalizar. Mas existem coisas que toda criança faz, sem exceções...quem tem filho vai se identificar, quem pensa em ter filhos...vai se surpreender!

Além disso, quem é de Sorocaba e região poderá conferir, aqui, dicas de passeios, programação cultural e outras atividades voltadas para a família, conferidas e recomendadas por mim.