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terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Caravana da Coca Cola 2012!




Caravana de Natal Coca-Cola 
passará por nove cidades da região

Projeto que resgata a magia dessa época do ano, passará por nove cidades da região encantando crianças e adultos

Por onde passa a Caravana de Natal da Coca-Cola – Sorocaba Refrescos, muitos olhares se enchem de emoção. As pessoas correm para ver, saem nas janelas, param os carros e acenam. Assim, pelo 12º ano consecutivo, entre os dias 1º e 22 de dezembro, a caravana percorrerá oito cidades da região - Tatuí, Itu, Itapetinga, Itapeva, Boituva, Sorocaba, Votorantim, Araçoiaba da Serra e São Roque- levando a magia e a alegria do Natal.
São cinco caminhões que proporcionam um show de luz e sons pelas principais ruas e avenidas das cidades. Além do Papai Noel, a Caravana de Natal também conta com a participação do urso polar da Coca-Cola. Durante todo o trajeto haverá distribuição de balas.
“É um belo espetáculo que encanta gente de todas as idades. É emocionante ver a reação das pessoas. Quando a caravana passa, é possível perceber o quanto o Natal é mágico, especialmente para as crianças, é claro, mas é muito tocante ver que os também cultivam esse espírito e estimulam as crianças a sonhar”, comenta Bruna Hernandes Sulga, analista de promoção e propaganda da Sorocaba Refrescos.
Ela ressalta que a Caravana de Natal é uma maneira da Sorocaba Refrescos presentear o público , de uma forma não necessariamente material, para agradecer o carinho recebido ao longo de todo o ano. “Além de ser gratificante, essa aproximação com a comunidade é muito importante na construção da nossa história. A nossa intenção é espalhar a felicidade”, diz Bruna.
A estréia da caravana será dia 1º de dezembro , em Itapeva. Em Sorocaba, vários locais serão visitados, em dias diferentes. São eles: Júlio de Mesquita, Wanel Ville, Centro, Vila Hortência, Central Parque, Avenida Itavuvu, Parque São Bento, Região da Vila Hortência, região dos Shoppings e Campolim.









Primeiro contato com a morte.

A morte é sempre tabu. 
Um assunto que evitamos sempre. 
Ontem, o Pedro comentou sobre a morte da mãe de um coleguinha. Ele disse que o amigo ficava triste quando alguém falava da mãe dele. Eu sentei, expliquei o que aconteceu, que o amigo nunca mais terá a mamãe por perto e por isso não deveria falar com ele sobre a mãe se isso fosse deixá-lo triste e que deveria apenas brincar com o amigo e dize
r que podia 'contar com ele'. Daí ele entendeu a morte...foi duro! Duro demais. Ele sentiu a dor do amigo e chorou muito, muito mesmo. Ficou inconsolável por muito tempo. 
A dor da perda...sem nem mesmo ter perdido. 
Isso, meus amigos, é chorar com os que choram! 
Decidimos comprar um 'sansão' pro amigo neste Natal.
Esse é o Pedro: menino de fé, amigo de Deus.


Nunca se esquive de falar assuntos difíceis com as crianças. É importante perceber se elas tocam nos mesmos assuntos mais de uma vez e não tentar fugir ou inventar histórias. Sente e explique, com suas palavras mesmo. Não precisa ser científico. Dependendo da idade da criança, a curiosidade é pouca; mas nunca deixe de conversar. Melhor saberem através de nós, pais, do que através de estranhos. Não explique demais nem de menos...mas não as deixe sem respostas.



segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Strogonoff em Sorocaba!

Uma deliciosa maneira de passar o sábado!!


Prestigie!

08/12/2012
a partir das 10h
Rua Benedito Ferreira Teles, 639 - Jardim Simus
Sorocaba - SP

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Relato de uma mãe: doença de Blount.

Doença de Blount!

Quando o médico de um conceituado hospital infantil de SP disse essas palavras, a respeito da minha filha, Mary*, eu quase tive uma síncope! E complementou: é caso de cirurgia, e não apenas uma, mas várias, conforme o crescimento...até a adolescência.



Aquele era o primeiro médico, dos 7 que eu já havia passado, que comentou sobre essa doença; até então os médico anteriores me diziam que era preciso acompanhar, pois a Mary era muito nova. Teve um que disse pra eu ficar tranquila que aquilo corrigia sozinho. Não tinha como ficar tranquila!
A Mary nasceu saudável, ganhou peso rapidinho, só mamando no peito. Virou uma bebê super fofinha! Aos nove meses deu seus primeiros passinhos e foi quando começamos a reparar nas suas perninhas arcadas (Genu Varum).



Imaginava que o caso dela seria corrigido com bota ortopédica, mas não encontrava UM médico que a receitasse. Nas minhas pesquisas virtuais tudo o que encontrei foi: botas ortopédicas não servem pra NADA... o que fazer então? Esperar ou marcar cirurgia? Eu não queria nenhum dos dois.
Com muita oração e perseverança, fui ao 8º médico, de uma clínica ortopédica no Ibirapuera. Médico ótimo, atencioso, professor no assunto e finalmente me receitou a benditas, sim, benditas botas ortopédicas!



A Mary usou as botas diurnas por exatos 7 meses, e as botas noturnas continuam em uso, pois o tratamento ainda não acabou. Foi possível notar a melhora nas perninhas dela a cada dia e hoje posso dizer que suas pernas são perfeitas! Graças à Deus!


meu objetivo aqui não é desabonar 
opiniões médicas
ou anos de estudos 
à respeito das Botas Ortopédicas, 
mas sim encorajar os pais 
a não desistirem, 
procurar mais de uma opinião médica, 
não aceitar tudo 
o que a internet oferece de informação, 
ter fé e seguir sua intuição! 
Não sou médica, mas sou mãe.




Meu marido comentou que viu na rua, há poucos dias, uma criança de uns 2 anos, com as perninhas mais tortas que as da Mary, antes do tratamento. Questionei-lhe por que não parou pra conversar com os pais dessa criança e contar a nossa história... Imaginando que, como eu há uns meses atrás, a mãe desse bebê deve estar bem preocupada, resolvi escrever esse texto. Talvez o tratamento daquela criança não seja o mesmo, e cada caso deve ser avaliado isoladamente, mas meu objetivo aqui não é desabonar opiniões médicas ou anos de estudos à respeito das Botas Ortopédicas, mas sim encorajar os pais a não desistirem, procurar mais de uma opinião médica, não aceitar tudo o que a internet oferece de informação, ter fé e seguir sua intuição! Não sou médica, mas sou mãe.

Mary tem hoje 2 anos e 9 meses, começou o uso das botas ortopédicas diurnas quando tinha 1 ano e 11 meses e parou com 2 ano e 6 meses. Seu crescimento rápido e controle do peso foram favoráveis ao tratamento, mas ela simplesmente detestava usar as botas...


*nome fictício, para preservar a identidade da criança.



CONSEGUIMOS AUTORIZAÇÃO PARA PUBLICAR NOME DO MÉDICO E ENDEREÇO DA CLÍNICA. 
BOA SORTE A TODOS!!

Resenha da mãe da Mary:
Seguem os dados do médico:

Clínica Ortopédica Ibirapuera
Dr. José Antonio Pinto
Rua Afonso Brás, 817 - Vila Nova Conceição - São Paulo - CEP 04511-011
Fone 11 3842-8333 / Fax 11 3842-8573 / Bip 3444-4545 Cód 1084610
 Ele é ótimo!
É professor Adjunto - Doutor em Ortopedia e Traumatologia da Escola Paulista de Medicina - Universidade Federal de SP
CRM 31820 - TEOT SP 03.479

Caso ele indique a bota, eu mandei fazer na Ortopedia Cavaliere.

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Dia das Crianças!

O que você tem plantado na vida de seu filho/filha?





Seja exemplo! 
Esse é o melhor presente que você poderia dar a eles.


terça-feira, 4 de setembro de 2012

Quero uma mãe gordinha!

Quando meu esposo trabalhou na cidade de Santos - SP, trouxe-me, certo dia, o texto abaixo impresso, retirado do Jornal A Tribuna. Ainda não éramos pais; mas, lendo esse relato, sabíamos que tipo de pais não queríamos ser para nossos filhos! O texto é de 2005, de autoria de Luiz Alca de Sant'Anna.



Quero uma mãe gordinha!


O tom depressivo da garota de 17 anos, no e-mail, me abalou no meio do feriado. E olhe que esta página tem recebido muitas mensagens de adoslecentes, o que é muito bom. no início nem entendi quando ela falava que 'chapou o coco' para ter coragem de escrever e que anda gastando toda a mesada com 'goró', apesar de odiar fazer isso. Tive que pedir ajuda a outro adolescente para saber que 'chapar o coco' é ficar bêbado e 'goró' é a própria bebida. Aí ela descreve o seu drama e a imensa tristeza, sempre nos mesmos termos. Sente-se completamente abandonada pels pais, também muito jovens, de 37 anos, a mãe, e de 41, o pai. Só tem um irmão de 12, que mora com a avó, em Campinas. Em resumo, ambos trabalham, ficam fora o dia inteiro e, quando chegam em casa, mal trocam de roupa e vão para a academia, malhar. Passam lá duas a três horas e depois cada um estica com os amigos para um lado. Nos fins de semana, também fazem seus programas e dizem que é legal a filha fazer os dela. A menina diz que só tem a empregada para 'resumir a semana' (conversar) porque a galera não quer falar disso. Achando-se feia, não quer ficar com ninguém e assim, quando sai, bebe tudo o que tem direito. A mãe só abre a boca para dizer que ela é relaxada, está gorda e com a pela feia e faz comparações com sua própria figura, segundo a menina superbem e com um shape invejável. O pai, que as amigas dela paqueram, é um gato. 'Mas nunca se interessa por nada meu e quando tá em casa dorme ou fica na internet'. O texto do e-mal é longo, mas lá pelas tantas ela diz: 'ontem fui na casa de uma colega do colégio, estudar, e a mãe dela fez bolo de chocolate e suco prá gente e me beijou, cara, coisa raríssima lá em casa. Olhei para ela, vi o jeito de tratar a gente e desejei muito ter uma mãe gordinha assim, sem ser liberalzona, que me controle, não me deixe chegar de madrugada e brigue comigo, mas que se interesse pela minha vida, cara, não deixe eu fazer o que quiser, me dê amor, pô! Não quero só uma mãe e um pai bonitos!' Não soube ainda o que responder-lhe. Preciso explicar-lhe que não se trata de ser gordo ou magro, bonito ou feio, mas de uma carência sem fim. É um duro e amargo relato do momento em que vivemos.


segunda-feira, 3 de setembro de 2012

A idade certa para ser mãe!

Quando ser mãe
Newton Eduardo Busso*


Nos países desenvolvidos está aumentando o número de mulheres que vem adiando para etapas mais tardias de suas vidas a decisão de ter o primeiro filho. O Brasil também começa a viver essa tendência, especialmente entre a população de classe média.
Os métodos contraceptivos hoje absolutamente confiáveis, como a pílula anticoncepcional, já há quase quatro décadas vêm mudando radicalmente o comportamento sexual feminino, propiciando independência em termos de prevenção da gravidez não desejada, o que antes era possível somente com a participação efetiva do homem.
Com o domínio da concepção as mulheres assumiram nova postura na sociedade, saindo do lar e entrando no mercado de trabalho. Assim, tornaram-se "independentes e emancipadas" sob os pontos de vista sexual e financeiro, mudando suas prioridades quando comparamos as mulheres do final do século passado e início do século 21 com as de gerações anteriores, cujo horizonte restringia-se, na maioria das vezes, a casar e ter filhos mal saídas da adolescência.
Esta nova postura não significa que as mulheres não queiram mais casar nem ter filhos, mas sim que essa decisão vem sendo postergada pelos mais variados motivos, dentre os quais se destacam a prioridade pela formação profissional e acadêmica, viagens e independência financeira, dentre outros.
Se por um lado esses motivos são absolutamente compreensíveis, por outro os estudos mostram que as chances de gestação diminuem com a idade, em decorrência de problemas ginecológicos inúmeros, como cistos, miomas, infecções e endometriose, além de fatores decorrentes da própria idade, pois os óvulos perdem a capacidade de gerar bons embriões com o tempo. Evidentemente que cada mulher, com seu livre arbítrio, tem sua razão individual para adiar a gravidez, mas é preciso levar em conta as complicações decorrentes do tempo.
O aprimoramento das técnicas de reprodução assistida e a introdução de novos e modernos tratamentos podem transmitir a falsa sensação de que a infertilidade conjugal é um problema de fácil solução. Nesse aspecto, entretanto, ainda é melhor prevenir do que remediar, uma vez que os tratamentos podem ser longos, caros e, por vezes, mal sucedidos.
A idade recomendável para se ter um filho de maneira a garantir que a gestação ocorra com mais facilidade e maiores chances de sucesso ainda é até os 35 anos de idade. Para isso, é necessário planejamento. Se o casal tem como objetivo constituir família com filhos, deve-se priorizar este projeto a fim de evitar problemas futuros e não deixá-lo por último, depois da carreira e da viagem para a Europa, por exemplo. A opção por atrasar a chegada do bebê pode ser irreversível, mas a carreira e a viagem com certeza não o são.
Devemos recordar, ainda, o que a mídia mostra com absoluta irresponsabilidade, respaldada pela propaganda por vezes enganosa de que é possível engravidar quando quiser e com a idade que bem entender. Acompanhamos com certa preocupação a divulgação de verdadeiros "milagres", como a possibilidade real e imediata de congelar óvulos hoje e conseguir a gestação com facilidade daqui há alguns anos, sem, no entanto, deixar claro as reais taxas de gravidez obtidas por esse método.
Esses e outros aspectos devem ser objeto de avaliação por parte da mulher que pretende constituir família. Nesse sentido, torna-se fundamental que ela procure ter orientações claras e precisas de seu ginecologista, especialmente quando tiver que decidir prioridades em suas vidas, entre elas a de quando ser mãe. Vale lembrar que a mesma ciência que contribuiu de modo fundamental e eficaz no controle da fertilidade ainda não oferece as mesmas chances no tratamento da infertilidade.


*Newton Eduardo Busso é médico ginecologista, especialista em infertilidade conjugal e secretário geral da 19ª Jornada de Obstetrícia e Ginecologia da Santa Casa de São Paulo

Essas crianças...

Desde que tive meu filho Pedro penso em escrever. Não apenas algo para as mães mas compartilhar com todos as alegrias, sustos, tristezas, emoções e até os momentos de raiva que todos os pais passam com seus filhos.
Cada filho é único, não dá para generalizar. Mas existem coisas que toda criança faz, sem exceções...quem tem filho vai se identificar, quem pensa em ter filhos...vai se surpreender!

Além disso, quem é de Sorocaba e região poderá conferir, aqui, dicas de passeios, programação cultural e outras atividades voltadas para a família, conferidas e recomendadas por mim.