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quinta-feira, 23 de maio de 2013

Geração mimada! O que estamos ensinando aos nossos filhos?


   Divulgação

Leia este excelente texto, retirado do blog da Clínica Alamedas:


A crença de que a felicidade é um direito
 tem tornado despreparada a geração mais preparada


    

ELIANE BRUM
Ao conviver com os bem mais jovens, com aqueles que se tornaram adultos há pouco e com aqueles que estão tateando para virar gente grande, percebo que estamos diante da geração mais preparada – e, ao mesmo tempo, da mais despreparada. Preparada do ponto de vista das habilidades, despreparada porque não sabe lidar com frustrações. Preparada porque é capaz de usar as ferramentas da tecnologia, despreparada porque despreza o esforço. Preparada porque conhece o mundo em viagens protegidas, despreparada porque desconhece a fragilidade da matéria da vida. E por tudo isso sofre, sofre muito, porque foi ensinada a acreditar que nasceu com o patrimônio da felicidade. E não foi ensinada a criar a partir da dor.
Há uma geração de classe média que estudou em bons colégios, é fluente em outras línguas,viajou para o exterior e teve acesso à cultura e à tecnologia. Uma geração que teve muito mais do que seus pais. Ao mesmo tempo, cresceu com a ilusão de que a vida é fácil. Ou que já nascem prontos – bastaria apenas que o mundo reconhecesse a sua genialidade.
Tenho me deparado com jovens que esperam ter no mercado de trabalho uma continuação de suas casas – onde o chefe seria um pai ou uma mãe complacente, que tudo concede. Foram ensinados a pensar que merecem, seja lá o que for que queiram. E quando isso não acontece – porque obviamente não acontece – sentem-se traídos, revoltam-se com a “injustiça” e boa parte se emburra e desiste.
Como esses estreantes na vida adulta foram crianças e adolescentes que ganharam tudo, sem ter de lutar por quase nada de relevante, desconhecem que a vida é construção – e para conquistar um espaço no mundo é preciso ralar muito. Com ética e honestidade – e não a cotoveladas ou aos gritos. Como seus pais não conseguiram dizer, é o mundo que anuncia a eles uma nova não lá muito animadora: viver é para os insistentes.
Por que boa parte dessa nova geração é assim? Penso que este é um questionamento importante para quem está educando uma criança ou um adolescente hoje. Nossa época tem sido marcada pela ilusão de que a felicidade é uma espécie de direito. E tenho testemunhado a angústia de muitos pais para garantir que os filhos sejam “felizes”. Pais que fazem malabarismos para dar tudo aos filhos e protegê-los de todos os perrengues – sem esperar nenhuma responsabilização nem reciprocidade.
É como se os filhos nascessem e imediatamente os pais já se tornassem devedores. Para estes, frustrar os filhos é sinônimo de fracasso pessoal. Mas é possível uma vida sem frustrações? Não é importante que os filhos compreendam como parte do processo educativo duas premissas básicas do viver, a frustração e o esforço? Ou a falta e a busca, duas faces de um mesmo movimento? Existe alguém que viva sem se confrontar dia após dia com os limites tanto de sua condição humana como de suas capacidades individuais?
Nossa classe média parece desprezar o esforço. Prefere a genialidade. O valor está no dom, naquilo que já nasce pronto. Dizer que “fulano é esforçado” é quase uma ofensa. Ter de dar duro para conquistar algo parece já vir assinalado com o carimbo de perdedor. Bacana é o cara que não estudou, passou a noite na balada e foi aprovado no vestibular de Medicina. Este atesta a excelência dos genes de seus pais. Esforçar-se é, no máximo, coisa para os filhos da classe C, que ainda precisam assegurar seu lugar no país.
Da mesma forma que supostamente seria possível construir um lugar sem esforço, existe a crença não menos fantasiosa de que é possível viver sem sofrer. De que as dores inerentes a toda vida são uma anomalia e, como percebo em muitos jovens, uma espécie de traição ao futuro que deveria estar garantido. Pais e filhos têm pagado caro pela crença de que a felicidade é um direito. E a frustração um fracasso. Talvez aí esteja uma pista para compreender a geração do “eu mereço”.
Basta andar por esse mundo para testemunhar o rosto de espanto e de mágoa de jovens ao descobrir que a vida não é como os pais tinham lhes prometido. Expressão que logo muda para o emburramento. E o pior é que sofrem terrivelmente. Porque possuem muitas habilidades e ferramentas, mas não têm o menor preparo para lidar com a dor e as decepções. Nem imaginam que viver é também ter de aceitar limitações – e que ninguém, por mais brilhante que seja, consegue tudo o que quer.
A questão, como poderia formular o filósofo Garrincha, é: “Estes pais e estes filhos combinaram com a vida que seria fácil”? É no passar dos dias que a conta não fecha e o projeto construído sobre fumaça desaparece deixando nenhum chão. Ninguém descobre que viver é complicado quando cresce ou deveria crescer – este momento é apenas quando a condição humana, frágil e falha, começa a se explicitar no confronto com os muros da realidade. Desde sempre sofremos. E mais vamos sofrer se não temos espaço nem mesmo para falar da tristeza e da confusão.
Me parece que é isso que tem acontecido em muitas famílias por aí: se a felicidade é um imperativo, o item principal do pacote completo que os pais supostamente teriam de garantir aos filhos para serem considerados bem sucedidos, como falar de dor, de medo e da sensação de se sentir desencaixado? Não há espaço para nada que seja da vida, que pertença aos espasmos de crescer duvidando de seu lugar no mundo, porque isso seria um reconhecimento da falência do projeto familiar construído sobre a ilusão da felicidade e da completude.
Quando o que não pode ser dito vira sintoma – já que ninguém está disposto a escutar, porque escutar significaria rever escolhas e reconhecer equívocos – o mais fácil é calar. E não por acaso se cala com medicamentos e cada vez mais cedo o desconforto de crianças que não se comportam segundo o manual. Assim, a família pode tocar o cotidiano sem que ninguém precise olhar de verdade para ninguém dentro de casa.
Se os filhos têm o direito de ser felizes simplesmente porque existem – e aos pais caberia garantir esse direito – que tipo de relação pais e filhos podem ter? Como seria possível estabelecer um vínculo genuíno se o sofrimento, o medo e as dúvidas estão previamente fora dele? Se a relação está construída sobre uma ilusão, só é possível fingir.
Aos filhos cabe fingir felicidade – e, como não conseguem, passam a exigir cada vez mais de tudo, especialmente coisas materiais, já que estas são as mais fáceis de alcançar – e aos pais cabe fingir ter a possibilidade de garantir a felicidade, o que sabem intimamente que é uma mentira porque a sentem na própria pele dia após dia. É pelos objetos de consumo que a novela familiar tem se desenrolado, onde os pais fazem de conta que dão o que ninguém pode dar, e os filhos simulam receber o que só eles podem buscar. E por isso logo é preciso criar uma nova demanda para manter o jogo funcionando.
O resultado disso é pais e filhos angustiados, que vão conviver uma vida inteira, mas se desconhecem. E, portanto, estão perdendo uma grande chance. Todos sofrem muito nesse teatro de desencontros anunciados. E mais sofrem porque precisam fingir que existe uma vida em que se pode tudo. E acreditar que se pode tudo é o atalho mais rápido para alcançar não a frustração que move, mas aquela que paralisa.
Quando converso com esses jovens no parapeito da vida adulta, com suas imensas possibilidades e riscos tão grandiosos quanto, percebo que precisam muito de realidade. Com tudo o que a realidade é. Sim, assumir a narrativa da própria vida é para quem tem coragem. Não é complicado porque você vai ter competidores com habilidades iguais ou superiores a sua, mas porque se tornar aquilo que se é, buscar a própria voz, é escolher um percurso pontilhado de desvios e sem nenhuma certeza de chegada. É viver com dúvidas e ter de responder pelas próprias escolhas. Mas é nesse movimento que a gente vira gente grande.
Seria muito bacana que os pais de hoje entendessem que tão importante quanto uma boa escola ou um curso de línguas ou um Ipad é dizer de vez em quando: “Te vira, meu filho. Você sempre poderá contar comigo, mas essa briga é tua”. Assim como sentar para jantar e falar da vida como ela é: “Olha, meu dia foi difícil” ou “Estou com dúvidas, estou com medo, estou confuso” ou “Não sei o que fazer, mas estou tentando descobrir”. Porque fingir que está tudo bem e que tudo pode significa dizer ao seu filho que você não confia nele nem o respeita, já que o trata como um imbecil, incapaz de compreender a matéria da existência. É tão ruim quanto ligar a TV em volume alto o suficiente para que nada que ameace o frágil equilíbrio doméstico possa ser dito.
Agora, se os pais mentiram que a felicidade é um direito e seu filho merece tudo simplesmente por existir, paciência. De nada vai adiantar choramingar ou emburrar ao descobrir que vai ter de conquistar seu espaço no mundo sem nenhuma garantia. O melhor a fazer é ter a coragem de escolher. Seja a escolha de lutar pelo seu desejo – ou para descobri-lo –, seja a de abrir mão dele. E não culpar ninguém porque eventualmente não deu certo, porque com certeza vai dar errado muitas vezes. Ou transferir para o outro a responsabilidade pela sua desistência.
Crescer é compreender que o fato de a vida ser falta não a torna menor. Sim, a vida é insuficiente. Mas é o que temos. E é melhor não perder tempo se sentindo injustiçado porque um dia ela acaba.

Um tiângulo!

No estacionamento do Carrefour, em Sorocaba, o João (02 anos e 09 meses) desce do carro, olha para o chão, aponta e diz:
" - Olha, mãe! Um tiângulo!"
Lindinho!

quarta-feira, 8 de maio de 2013

Promoção Mês das Mães 2013!



Quer ganhar uma caixa com 06 cupcakes com as tirinhas do Calvin e Haroldo 
de Dia das Mães, oferecidos pela Miss Cupcake Sorocaba?*




É super fácil participar!




Relate aqui alguma PERIPÉCIA de seu filho! 
A história REAL mais engraçada e inusitada será a vencedora 
(se quiser, pode colocar data da história, quem presenciou, fotos etc.) 

Ela será escolhida por um júri super capacitado!



Participe!
Boa sorte!


Válido para as histórias colocadas na parte de comentários do blog 
ou enviadas via email para marisa_abeid@yahoo.com.br 

Colocar email para contato no fim da narrativa, 
caso entre como anônimo.

O resultado será divulgado dia 03/06.

VALENDO!


*promoção válida para as mamães e papais da cidade de Sorocaba e região, 
aos que possam retirar o prêmio na cidade de Sorocaba, em data a combinar.


sábado, 4 de maio de 2013

Já vou comer o bolo!

Joãozinho, com menos de 03 anos já é bem espertinho...até demais às vezes!
Num dia desses ele estava comendo um cupcake; aliás, a cobertura do cupcake. O bolo mesmo, ficou. Reclamei e disse que era para comer tudo. Ele, com muito custo, comeu.
Esta semana, novamente, o João estava comendo um cupcake. Vi e perguntei:
"- João, você está comendo direito?"
Ele, sem nem tirar o olho do cupcake, rapidamente disse:
" - Eu tô comendo a cobertura, já vou comer o bolo!"

Ok, sem mais perguntas!



terça-feira, 23 de abril de 2013

Exploração Discovery Kids em Sorocaba.

Depois que vi a propaganda dizendo que o DOKI estaria em nossa cidade, corri para procurar, na internet, maiores informações. Encontrei somente na página do facebook do Discovery Kids Brasil, o link para agendar visita. Então fiz as reservas, imprimi os ingressos e levei as crianças.
Não sei em outras cidades mas em Sorocaba, pelo menos no dia em que fomos, foi bem ruim. 
Em 12 minutos as crianças foram em diversas atividades rápidas e incompletas e sempre num ritmo frenético, com poucas informações e os funcionários dizendo os nomes dos personagens errados quase que o tempo todo.
Sensação de perda de tempo e frustração.
Se alguém teve alguma experiência boa, em outra cidade, sobre o Exploração Discovery Kids, escrevam aqui, porque, a minha foi lastimável.







terça-feira, 19 de março de 2013

Recall do ADES - todos os sabores - lote AGB 25






RIO E BRASÍLIA — A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou ontem a suspensão da fabricação, distribuição, venda e consumo, em todo o Brasil, de lotes de 25 sabores dos sucos de soja AdeS. Os lotes foram produzidos em uma das 11 linhas de produção da fábrica da Unilever em Pouso Alegre (MG). Todos os lotes suspensos são de iniciais AG. Além disso, a Unilever terá de prestar esclarecimentos em audiência no Ministério da Justiça, hoje, às 14h, com a participação da Anvisa.
As medidas foram anunciada depois que, na última quinta-feira, a empresa divulgou um comunicado informando que o conteúdo de 96 caixas de 1,5 litro do AdeS de maçã, do lote AGB 25, estava impróprio para consumo. Em vez do suco, as caixas tinha sido envasadas com soda cáustica, o que pode causar queimaduras. Dessas, 36 caixas já foram recolhidas.
Segundo a Anvisa, embora a fabricante tenha relatado falha no processo de higienização das máquinas e problemas específicos no lote do suco de maçã, a agência decidiu suspender os lotes de todos os sabores produzidos na linha de produção em que foi identificada a falha até que tenha “mais informações sobre a verdadeira extensão do problema”. A agência informou que a ação é “preventiva” e que o caso está em investigação.
Foram suspensas as vendas das embalagens de um litro de abacaxi, cereais com mel, chá verde com tangerina, chá verde com limão, chocolate clássico, chocolate com coco, frapê de coco, laranja, maçã, manga, maracujá, melão, morango, original, pêssego, shake morango, uva, vitamina banana, zero frapê de coco, zero laranja, zero maçã, zero original, zero pêssego, zero vitamina banana e zero uva. A medida atingiu ainda as embalagens promocionais de um litro (pague 900ml e ganhe outros 100ml) de laranja, uva e maçã. Também estão suspensas as vendas de 1,5 litro de maçã, uva, laranja e original. Em todos os casos, são as embalagens da série AG.
Em nota, a Unilever afirmou que iniciou, nesta segunda-feira, o cumprimento das determinações da Anvisa, com a retirada do mercado das unidades da linha de produção interditada pela agência. Afirmou, ainda, que vai fornecer as informações necessárias para revogar a interdição. Segundo a Unilever, essa linha de produção está desativada e a distribuição ao mercado dos sucos fabricados nela não ocorre desde o dia 13.
Leia ainda sobre outros escândalos relacionados a contaminação
A Vigilância Sanitária de Minas Gerais e a do município de Pouso Alegre fizeram ontem uma inspeção na unidade da Unilever para verificar as condições da linha de produção e se o incidente que resultou no envase de soda cáustica já foi controlado. Os dois órgãos não informaram, porém, se as inspeções foram concluídas nem o seu resultado. Segundo a vigilância sanitária estadual será produzido um laudo a ser encaminhado à Anvisa para análise.
Os consumidores que ingeriram produto contaminado ou sofreram algum tipo de acidente de consumo podem pedir o ressarcimento dos danos causados à empresa com base no artigo 12 do Código de Defesa do Consumidor (CDC), esclareceu o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec).
— O artigo 6 do CDC estabelece, ainda, como direito básico do consumidor, a proteção da vida, saúde e segurança contra os riscos provocados por práticas no fornecimento de produtos e serviços considerados perigosos ou nocivos — explicou o advogado do Idec Daniel Mendes.

Telefone congestionado na unilever
Segundo a coordenadora institucional da Proteste - Associação de Consumidores, Maria Inês Dolci, quem já tiver comprado suco dos lotes suspensos pela Anvisa deve entrar em contato com a empresa ou posto de venda para requerer outro, próprio para o consumo, ou o dinheiro de volta. Os varejistas Carrefour e Guanabara afirmaram que cumprirão todas as recomendações determinadas pela Anvisa. O Walmart retirou todos os AdeS do lote AG de suas 547 lojas.
De acordo com a Unilever, dos 14 atendimentos já realizados pelo Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) a clientes que ingeriram o suco de maçã de conteúdo alterado, 12 receberam atenção médica adequada e estão sendo acompanhados. Dois não a aceitaram. A empresa informou também que, devido ao grande número de ligações para o número 0800-707-0044, as linhas telefônicas têm estado congestionadas. Por isso, sugeriu que o consumidor entre em contato por e-mail (sac@ades.com.br).
Para Leonardo Mancini, chefe do departamento de Jornalismo e professor de Gestão de Crise da ESPM-Rio, a Unilever pode sofrer para conquistar de volta os consumidores. Apesar de ter tomado a iniciativa de informar o incidente, a empresa foi tímida e ampliou a crise ao falar de solução de limpeza e não citar a possibilidade de queimaduras.
— O caso afeta uma relação de confiança muito forte, que é a relação entre pais e filhos. A forma como a empresa tratou o assunto, que gerou desconfianças até da Anvisa, amplia o desgaste. O próprio site da marca não parece entender a gravidade: o comunicado é apenas uma das mensagens da página, com o mesmo destaque que promoções.

Fonte: O Globo


quinta-feira, 14 de março de 2013

Recall da Unilever - Ades de Maçã


Unilever anuncia recall do suco AdeS Maçã devido a risco de queimadura

  • Cerca de cem caixas do produto de 1,5 litro do lote AGB 25 estão impróprios para consumo, segundo a fabricante

RIO — A Unilever Brasil vai publicar nesta quinta-feira um comunicado informando que o conteúdo de 96 caixas do suco AdeS Maçã 1,5 litro, do lote AGB 25, está impróprio para consumo. A empresa detectou falha no processo de higienização, que resultou no envase de embalagens com solução de limpeza. O consumo do produto nestas condições pode causar queimadura. Os produtos deste lote, fabricado em 25 de fevereiro e válido até 22 de dezembro deste ano, foram distribuídos nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná.
Segundo a empresa, a falha identificada já foi solucionada. Os produtos existentes na fábrica foram retidos e os que ainda estão nos pontos de venda estão sendo recolhidos. A fabricante solicita que os consumidores não utilizem o produto, caso já o tenham comprado. E que entrem imediatamente em contato com o Serviço de Atendimento ao Cliente (SAC) pelo número 0800 707 0044, das 8h às 20h, pelo sac@ades.com.br.
 Fonte: O Globo


Pode, gente? Nem suco de caixinha dá para comprar mais!!
Caso você tenha sido um dos azarados que adquiriu alguma caixinha desse lote, ligue logo no telefone acima!


Essas crianças...

Desde que tive meu filho Pedro penso em escrever. Não apenas algo para as mães mas compartilhar com todos as alegrias, sustos, tristezas, emoções e até os momentos de raiva que todos os pais passam com seus filhos.
Cada filho é único, não dá para generalizar. Mas existem coisas que toda criança faz, sem exceções...quem tem filho vai se identificar, quem pensa em ter filhos...vai se surpreender!

Além disso, quem é de Sorocaba e região poderá conferir, aqui, dicas de passeios, programação cultural e outras atividades voltadas para a família, conferidas e recomendadas por mim.