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segunda-feira, 1 de julho de 2013

O sono e a criança.


Quantas horas de sono seu filho precisa para ser saudável?

Desde antes de ter meu Pedro eu sempre soube que em cada etapa da vida precisamos de X horas de sono. Recentemente, numa reunião de escola, ouvi a psicóloga dizendo, depois de uma pergunta elaborada por mim, que a criança não precisa ter um mínimo de horas de sono e que isso depende da rotina de cada casa. Hummm, não gostei dessa resposta diante de tantos pais! Tem muita mãe que coloca o filho para dormir depois da meia noite e o acorda às 6h para ir à Escolinha. Isso é correto? Que rendimento escolar essa criança terá? Ela terá um desenvolvimento físico adequado?

Em busca de respostas adequadas e de acordo com o que eu sempre acreditei, fui atrás de algumas fontes para tirar essas dúvidas. São algumas fontes apenas, cabe a você, depois, ir atrás de respostas também!




Do site IG:

Conversamos com o médico Derblai Sebben, que estudou Ritmos Biológicos na USP (Universidade de São Paulo) e Medicina do Sono na UNIFESP (Universidade Federal de São Paulo), para saber quais são os principais erros que os pais cometem em relação ao sono dos filhos. Deixá-los acordados até tarde, não manter horários de rotina e supor que a criança não dorme "porque é assim mesmo" estão entre os maiores enganos. Mas o pior dos problemas é deixar a criança dormir menos do que precisa - e elas precisam de muitas horas de sono por dia.

iG: Quais os erros mais comuns que os pais cometem em relação ao sono dos filhos?
Derblai Rogério Sebben: O principal problema da vida moderna é a falta de ritmo - ou seja, a falta de rotina. A vida moderna dos pais faz com que a gente viva correndo. A pessoa acorda atrasada de manhã, corre para tomar café e passa o resto do dia ansiosa. Isso incomoda a criança facilmente. Elas sofrem com essa falta de rotina, com a vida apressada dos pais. As crianças ficam agitadas, essa falta de ritmo leva à hiperatividade da criança. E isso geralmente tem relação direta com a falta de rotina dos adultos.

As crianças precisam de ritmo. Ritmo é igual a saúde. Se você quer que alguém se desenvolva com mais saúde, a estratégia é cuidar dos ritmos.Comer na hora certa, dormir na hora certa, criar e seguir uma rotina. Se os pais não mantêm uma rotina para si, isso passa para as crianças - e elas adoecem, psicológica e fisicamente.

Outro erro comum dos pais é achar que as crianças já nascem com problemas de sono. As mães me falam: "meu filho não dorme, desde bebê ele é assim". Nada disso! A não ser que a criança nasça com um problema neurológico mais grave, sempre explico para elas que a "programação genética" da criança é ela dormir quando o sol se põe e acordar quando o sol nasce. Muitos pais se enganam e acham que o filho tem um problema, mas é só falta de rotina.

iG: Muitos pais estabelecem uma rotina em que a criança vai dormir mais tarde porque eles chegam tarde do trabalho, e querem passar algum tempo com o filho. Como resolver este dilema? É melhor ficar sem ver os pais no dia a dia?
Derblai: Os estudos mostram que, durante o horário das 8 às 10 horas da noite, a criança se beneficia muito mais do sono do que da presença dos pais. Mas isso pode ser adaptado, claro. Se querem passar um tempo com os filhos, seria mais razoável que, ao chegar em casa, os pais tivessem uma conduta que vá tranquilizando a criança. Fazer um lanchinho leve, colocar na cama, ler uma história são opções melhores do que chegar e brincar, fazer bagunça, estimular. A criança poderia dormir às 8 ou 9, mas acaba dormindo às 10 horas da noite, porque os pais chegam e estimulam demais. As mães e os pais devem se lembrar que às 8, 9 da noite, eles próprios já estão cansados também. O melhor é que os filhos já estejam dormindo quando os pais chegam em casa, se eles chegam tarde. E, uma vez por semana, os pais podem se comprometer a chegar mais cedo e ficar com a criança antes dela dormir.

A criança que dorme bem forma melhor seu cérebro, o que influencia também no comportamento. Dormir bem previne o déficit de atenção e a hiperatividade.

iG: Qual a melhor hora para as crianças irem para a cama?
Derblai: Por volta das 7, 8 horas da noite, a produção do hormônio melatonina, que regula o sono, sobe - e a adrenalina desce. Esse é o horário em que é mais fácil a criança dormir. Mais fácil do que às 10 horas da noite, quando se inverte a produção.

iG: Quais os problemas que a falta de sono acarreta para as crianças?
Derblai: A criança que dorme mal pode ter problemas de imunidade - fica resfriada com mais frequência, por exemplo. Quando dormem mal, os pequenos não ficam como a gente, em ritmo lento. Eles ficam elétricos e podem ter problemas de comportamento.

iG: Quais as dicas para a hora de colocar uma criança para dormir?
Derblai: O sono é uma questão biológica. Quem dorme é o corpo, o cérebro tem que ser orientado para dormir. Como induzir o cérebro ao sono? As palavras-chave são escuro e silêncio. Esta dupla dispara a liberação da melatonina. Outras dicas práticas são ter um horário fixo e criar um ambiente apropriado para o sono. Fazer um ritual é uma boa ideia: pode acender uma velinha, deixar uma luz de abajur suave, contar uma história, fazer uma massagem - não massagem especializada, apenas um toque agradável. O importante do ritual é sua repetição. E ele deve ser bem simples. Quanto mais simples para a mãe, melhor para a criança. Quem quiser saber mais sobre o assunto, recomendo a leitura de dois livros muito bons sobre o tema: "Bom sono" (editora Celebris), de Richard Ferber, e "Nana Nenê - Como resolver o problema de insônia de seu filho" (editora Martins Fontes), de Eduard Estivill.

iG: E o que não fazer na hora de dormir?
Derblai: Colocar para dormir com televisão ligada, DVD ou música não são atitudes recomendáveis.


Do Harvard Medical Scholl de Portugal:

  IDADEHORAS DE SONO RECOMENDADAS
<3 meses="" td="">10,5 a 18 horas durante todo o dia
3-12 MESES12 ou mais horas por dia (9 a 12 horas durante a noite + 1 a 4 cochilos de 30 minutos a 2 horas durante o dia).
1-3 ANOS12 a 14 horas por dia(10 a 12 horas durante a noite + 1 a 2 horas durante o dia).
3-5 ANOS11 a 13 horas durante a noite. Pode ou não cochilar.



Da Unifesp

De 3 a 8 anos
A criança de três anos dorme cerca de 12 horas por dia. Isso geralmente se divide em 10 ou 11 horas à noite e uma soneca de uma ou duas horas. A hora da soneca varia mais entre as crianças de três anos do que entre as de dois. A quantidade de sono de que ele vai precisar depende de fatores como acontecimentos do dia, estado de saúde, mudanças na sua rotina ou fase do seu desenvolvimento.

A criança nessa idade leva uma vida muito agitada, motivado pela linguagem em desenvolvimento e pela imaginação ativa. À noite, isso pode criar condições para sonhos e pesadelos. Uma maneira de ajudá-lo a sossegar será tornar sua rotina para a hora de dormir tranqüila e simples.

Dica: Se a criança não consegue dormir sem ter uma luz acesa, um abajur de luz bem fraca pode ser aceso. Em poucas semanas ele deve se acostumar.

Obs.: Entre 3 e 8 anos o sono noturno alonga-se progressivamente de modo que a maior parte das crianças é capaz de dormir a noite inteira. Aos 7 anos de idade é excepcional que uma criança durma durante o dia de maneira regular. Nesta idade ela já não deve apresentar sono durante o dia.

Em crianças hiperativas os distúrbios de sono são um achado importante como dificuldade para dormir, despertares freqüentes podendo estar acompanhados de comportamento inadequado durante à noite, destruindo objetos da casa.


Da Revista Viva Saúde

O ato de dormir não é apenas uma pausa para descanso do corpo e da mente. Em todas as fases da vida, nosso organismo trabalha para valer nesse período:
Infância
É durante o sono que o organismo produz alguns hormônios. Entre eles, o mais importante é o do crescimento (growth hormone), o GH, secretado no primeiro terço da noite tanto nas crianças quanto nos adultos. O GH é essencial para o crescimento dos ossos e músculos. Então, a antiga lenda que a criança cresce enquanto dorme já é um fato comprovado. Pesquisadores da Universidade de Wisconsin, dos Estados Unidos, constataram por meio de sensores que os ossos de carneiros recém-nascidos, medidos a cada 167 segundos, por cerca de três semanas, cresceram pelo menos 90% no período de descanso dos animais. Os especialistas acreditam que o mesmo acontece com as crianças e adolescentes. As conclusões do trabalho foram publicadas no Journal of Pediatric Orthopedics. 

O problema é que nem os bebês escapam da falta de sono. “Aos seis meses, pode ocorrer a insônia do lactente. Sua origem é puramente emocional. Devido ao estresse e à insegurança dos adultos, o bebê também se sente inseguro e desprotegido ao adormecer”, explica o neurologista infantil Rubens Wajnsztejn, professor da Faculdade de Medicina do ABC. 
Na idade pré escolar, além do crescimento, o sono ajuda na fixação dos conceitos aprendidos durante o dia. “Noites mal dormidas resultam em um aprendizado de má qualidade”, ressalta o neurologista infantil. Nessa fase, a insônia também tem origem emocional. “O mais comum é o medo do escuro”, conta o médico Rubens Wajnsztejn.


Para meus filhos Pedro e João, tirado do site Pediatria em foco:

21 a 36 meses (1 e 9 meses a 3 anos)- Maioria das crianças ainda precisam de uma soneca
- Em média a soneca é de 2 horas mas pode ser entre 1-3 horas
- Maioria das crianças dormem entre 7-9 da noite, acordam entre 6:30-8 da manhã
- Se a soneca não aconteceu, é preciso por na cama mais cedo ainda
- Se a criança não dorme bem durante a noite, não permitir que a criança tire a soneca pode ser problemático, causar extrema fadiga
- Se a criança acorda entre 5-6 da manhã, e está bem descansada, pode-se tentar encorajar mais sono com cortinas escuras
- Ir pra cama mais cedo pode resultar em acordar mais tarde de manhã (sono traz mais sono, na maioria dos casos).

3 a 6 anos- A maioria ainda vai dormir entre 7-9 da noite, acorda entre 6:30 e 8 da manhã
- Aos 3 anos a maioria das crianças precisam de 1 soneca todos os dias
- Aos 4 anos, cerca de 50% das crianças tiram soneca 5 dias/semana
- Aos 5 anos de idade, cerca de 25% das crianças tiram soneca 4 dias/semana
- Aos 6 anos de idade as sonecas geralmente desaparecem
- Aos 3 e 4 anos a soneca dura 1-3 horas
- Aos 5 e 6 anos a soneca dura entre 1-2 horas


Infelizmente a vida moderna deixou nosso dia mais 'curto': trabalhamos mais e dormimos menos, além de ficarmos muitas horas em frentes de telas de TVs e computadores.

Nossos filhos dependem de nós para ter uma melhor qualidade de vida. Uma boa noite de sono influencia muito numa boa qualidade de vida!

E na sua casa? Seu filho dorme bem?


quarta-feira, 5 de junho de 2013

Concurso Mês da Mães 2013! RESULTADO!

Enfim, o resultado que todos estavam ansiosos em saber! 
Não foi fácil escolher!
Primeiro, vamos conhecer nosso júri super especialista 
que foi convidado a participar dessa promoção:



Eu!
Marisa Abeid, 34 anos, mãe de 02 meninos, 
culinarista, autônoma e pastora evangélica!



Flordenice Nascimento v.d. Ende
Médica, pediatra na cidade de Sorocaba - SP 
Natural do RJ
(15) 3211-6534



Ana Paula de Barros Lima
Mãe, diretora do Colégio EDUCARE, em Sorocaba - SP
Av. Hermelino Matarazzo, 1421
(15) 3231-0762



Luciana Cristina Rodrigues
Mãe, psicopedagoga, 32 anos, diretora do Colégio GÊNESIS, em Sorocaba - SP
(15) 3232-2203




Um pai participou!!!

Daniel Araújo
músico, cantor, compositor, designer, gordo, filho de pastor, 
roteirista e ator do grupo de humor cristão Porta estreita (www.portaestreitatv.com.br). 
Casado com Michelle Araujo e pai da pequena Bruninha, de um ano e 10 meses... tipo assim?!
www.fb.com/daniel7araujo
www.soundcloud.com/danielaraujomusic






E a história vencedora foi a do VITOR GABRIEL:


Moro sozinha com o Vitor e no momento não trabalho e em uma tarde eu estava lavando roupa Vitor me "ajudando" do jetinho dele fazendo mta bagunça eu comecei a estender roupa e ele sempre quer me entregar os predendores de roupa e a gente la cantando eu estendendo roupa e quando dou conta aonde esta o Vitor? Terminei de estender a roupa e chamando ele Vitor vem com a mamãe vamos brincar a mamãe ja terminou e nada dele aparecer... como tudo estava mtu queto fui entrar em casa p ver o que estava fazendo assim que entro na cozinha encontro Vitor sentado no meio da cozinha quetinho com um balde na cabeça conforme foto em anexo eu nao aguentei segurei a risada para poder registrar o momento depois.. parei do ladinho dele e perguntei cade o Vitinho da Mamãe? E la foi ele tentar tirar o balde da cabeça e falando Oi!! 

Parabéns mamãe Larissa Azevedo!


Entre em contato em 05 dias úteis para confirmar a retirada do prêmio:
Uma caixa com 06 cupcakes com as tirinhas do Calvin e Haroldo 
de Dia das Mães, oferecidos pela Miss Cupcake Sorocaba!



marisa_abeid@yahoo.com.br
(15) 9104-1512

Obrigada a todas as participantes e aos jurados! 
Em breve teremos mais uma promoção no blog.
Fiquem atentos!



terça-feira, 4 de junho de 2013

Concurso Mês das Mães 2013! Histórias!

Queridos leitores e leitoras!
Tive pouquíssimas participações no concurso, mesmo assim ADOREI! Pretendo fazer sempre!
Recebi histórias lindas!
Confira:

VITOR GABRIEL
Boa tarde Marisa.
Bom aqui vai uma das mais novas peripécias do meu pequeno anjo o Vitor Gabriel de 1 ano e 2 meses.


Moro sozinha com o Vitor e no momento não trabalho e em uma tarde eu estava lavando roupa Vitor me "ajudando" do jetinho dele fazendo mta bagunça eu comecei a estender roupa e ele sempre quer me entregar os predendores de roupa e a gente la cantando eu estendendo roupa e quando dou conta aonde esta o Vitor? Terminei de estender a roupa e chamando ele Vitor vem com a mamãe vamos brincar a mamãe ja terminou e nada dele aparecer... como tudo estava mtu queto fui entrar em casa p ver o que estava fazendo assim que entro na cozinha encontro Vitor sentado no meio da cozinha quetinho com um balde na cabeça conforme foto em anexo eu nao aguentei segurei a risada para poder registrar o momento depois.. parei do ladinho dele e perguntei cade o Vitinho da Mamãe? E la foi ele tentar tirar o balde da cabeça e falando Oi!! Rs

Bom essa é uma história do meu pequeno.
Obrigada.

Larissa Azevedo


ISABELLA


Bom, Isabella tinha 8 meses quando começou a aprontar de verdade. Eu, mãe de primeira viagem, me desdobrando entre trabalho, casa, marido, cachorro e tudo mais. Consegui entreter a pequena cabeluda por 1 horinha para poder passar tooooda a roupa de 2 semanas (sim, vida de mãe atrasada). Aliviada, com toda aquela pilha gigantesca de roupas passadas, vou para o quarto, e guardo tudo lindo e cheiroso. O bendito telefone toca, uma amiga que não conversava há algum tempo, e a conversa se extendeu por míseros 7 minutos. Simmm, 7 minutos bastaram pra Bellinha ir até as gavetas (mãe louca, deixou o guarda-roupas aberto) e devastar todas as minhas roupinhas passadas e cheirosas.
Chegando no quarto, e quase tendo um infarto fulminante, me deparo com aquela carinha de alegria, jogando todas as roupas pra cima. Minha atitude? Morrer de abraçar e beijar aquele corpinho tão gordinho...Afinal, que delicia é desarrumar as coisas da mamãe !!!
Bruninha



FÁBIO
Olá,

Sou uma abençoada mãe de dois pequenos (já grandinhos) tesouros, a Bia com 13 anos e o Fábio com 9. A Bia sempre foi mais tranquila e quietinha, apesar de falar pelos cotovelos em casa, já o Fábio.... ah! Esse eu poderia escrever um livro contando as peripécias dele, mas me atento a mais recente e que me emocionou bastante pela inocência e coerência da criança. A aproximadamente um ano, estávamos todos na missa, como de costume e o Fábio durante a missa não para, senta, levanta, vai beber água, e eu acreditando que ele não presta atenção em nada, né.
Durante a homília, meu querido pároco estava nos dizendo sobre o acolhimento, que devíamos aceitar nossos irmãos como cada um é e que nunca deveríamos julgar as pessoas. Que todos poderiam partilhar da mesa do Senhor, pois a mesa de Deus é aberta a todos e o Fábinho, lá deitado no banco... bom passado uma semana, no outro domingo.... estamos novamente orando e ele começa.... Mãe, mãe, eu quero fazer isso também....
Pergunto: Fazer o que Fábio?
Mãe eu quero comer aquele negócio pra ficar pertinho de Deus!
Filho, não pode, você ainda é criança, você tem que crescer e fazer catequese primeiro...
Aff mãe, você não aprendeu? O Padre Paulo falou que a mesa de Deus é para todos...
SILÊNCIO...sem saber o que responder.... acabei dizendo... ai filho é verdade, mas então depois da missa você vai e pergunta pro Padre, porque agora não sei o que responder...

Bom no final da missa ele foi conversar com o padre.
Stella Boemer

REBECA OU REBEQUINHA
Martina minha filha tinha 4 anos, quando fomos para a casa dos meus pais e lá ela encontrou o avô que convidou ela para ir até a padaria.
No meio do caminho o avô pergunta.

- Como vai a Rebeca?
- Está bem vô. – respondeu a Martina
- Ela anda? – perguntou o avô
- Sim. – respondeu a Martina
- Ela está falando? – perguntou o avô
- Não vô, ela late. – respondeu a Martina
Aqui na nossa família temos duas Rebeca. Minha sobrinha de 5 anos e minha cachorra labrador de 10anos. Quando ganhei a Rebeca (cachorra), ela já veio com esse nome e não quis mudar, mesmo sabendo que minha irmã desde pequena sempre sonhou em ter uma filha com o nome de Rebeca, pois bem. Ela casou, teve uma filha e deu o nome de Rebeca. Quando meu pai ouviu a resposta da Martina dizendo que ela late, na hora pensou. Eu perguntando da neta e ela falando da cachorra até hoje damos muita risada dessa história. Daquele dia em diante Rebeca é a cachorra e Rebequinha é a prima!!!! Rsrs

Vanessa Fischer

DIEGO
Sou mãe de um casal... diga-se de passagem o casal mais lindo e fofo do mundo... Bárbara de 5 anos e Diego que fará 2 aninho do dia 8 próximo.

Dia desses, eu preparando nosso almoço, concentrada... descascando ovos de codorna... a todo instante Dieguito aparecia por perto e me estendia as mãos, era sempre um ovinho para ele e um na tigela da salada...
De repente, me vi sendo capaz de colocar 6 ovos de uma só vez na dita tigela, achei algo estranho... a essa altura o "Pequeno" na estava aprontando: eu já havia percebido que ele estava dando à nossa Yorkshire ração na boca, achei até bom pois estava me dando um bocadinho de sossego... mas tal atitude tinha uma propósito que eu até então desconhecia.
Ele queria mesmo era esvaziar o pote de ração da cachorra para utilizá-lo... o mesmo fez com o pote de água, mas essa ele jogou no chão mesmo pois a cachorrinha não colaborou...
Assim, sentou-se calmamente no chão, tirou suas sandálias (eu estava de olho nele, sem que ele se desse por observado). Eu comecei a escutar um "toc-toc" seguido de um "gemido de arranhado" no chão... no mesmo instante minha filha (Bárbara) comenta "mamãe o Di está andando de patins!". Olho para trás e vejo o "aprontador" com um dos pés em cada pote e os arrastava como se estivesse realmente andando de patins...
Achei muito criativo... consegui filmá-lo... foi muito cômico... kkk... melhor foi presenciar a carinha dele de satisfação, pois o engenho funcionou como o pretendido!
Cláudia Lenz


DAVI

Oii Marisa, bem tenho o Xande de 10 anos e o Davi de 1 ano de 5 meses e muiiita historia pra contar, dentre suas peripércias temos: 2 telefones quebrados...um foi arremessado pela sacada e o outro mergulhado no vaso sanitário, comprei um terceiro e colei na parede da sala...até agora ainda subsiste embora já tenha sido arremessado no chão várias vezes !! Outro lugar preferido da casa é a mesa da sala, sim ele gosta de ficar em pé na mesa...sapateando, outro dia coloquei as cadeiras em cima da mesa, pra evitar que ele subisse e num minuto de distração minha, ele simplesmente subiu na cadeira que estava em cima da mesa...sem brincadeira!! e a última mais relevante foi a inundação do meu quarto no último sábado...rsrs...meu marido tinha saído para trabalhar, meu filho mais velho acordou e fechou a porta do meu quarto para que eu descansasse mais...rsrs...peguei no sono pesado e não vi o Davi acordar...resultado...o mais velho estava na sala entretido com a TV e o Davi aproveitou que a porta do banheiro estava aberta e se fartou no banheiro, eu acordei com o barulho do mais velho entrando no quarto e pisando na poça de agua que se formou, sem brincadeira eu passei mais de 1h e 30min pra dar conta do estrago, tirei quase um balde de agua do meu quarto, tive que colocar pra secar todas as toalhas do gabinete do banheiro que ficaram encharcadas, a gaveta estufou todinha....ai me canso só de lembrar...rsrsr....passeria mais tempo contando mais e mais, se não fosse o tempo curto. Tenho que aproveitar que ele dormiu...ufa!!! De algumas dessas histórias tenho até foto, que estão no face, como foram postadas do celular e estou sem o cabo aqui...seguem as histórias sem as fotos!! Espero ser a ganhadora do melhor cupcake de Sorocaba !! Bjoss
Alessandra David


KAUAN
minha estori e abençoada so casada a 15anos logo que começamos a namorar engravide de gemeos 2meninos eu tinha um sonho de ter uma menina nao conformada engravidei de novo outro menino morando na cas da minha sogra com trez criança foi dificil conheci um deus grande que mudou minha vida venho ourto sonho q primeiio seria imposivel 11anos e trez meses morei na minha sogra Deus me deus uma casa linda com tudo dentro Deus acrcentou muito mais do q eu sonhei quando mudamos eu estava gravida de duas meninas por permiçao DEUS ME TIROU 2anos depois veio o kauan hoje com 2anoe 3meses ele me fez centir uma mulher forte esabia eu procurava algo pra fazer tentei de tudo mas nao dava certo vi os cupcakes e me apaixonei hoje trabalho em casa com meus cupcake e com pao de mel Deus me deu uma nova chance de vida atraves do kaum hoje sou motivada essa e mihna estoria.
Simone

Amanhã divulgarei o júri e a história vencedora!
Cruzem os dedos!


quinta-feira, 23 de maio de 2013

Geração mimada! O que estamos ensinando aos nossos filhos?


   Divulgação

Leia este excelente texto, retirado do blog da Clínica Alamedas:


A crença de que a felicidade é um direito
 tem tornado despreparada a geração mais preparada


    

ELIANE BRUM
Ao conviver com os bem mais jovens, com aqueles que se tornaram adultos há pouco e com aqueles que estão tateando para virar gente grande, percebo que estamos diante da geração mais preparada – e, ao mesmo tempo, da mais despreparada. Preparada do ponto de vista das habilidades, despreparada porque não sabe lidar com frustrações. Preparada porque é capaz de usar as ferramentas da tecnologia, despreparada porque despreza o esforço. Preparada porque conhece o mundo em viagens protegidas, despreparada porque desconhece a fragilidade da matéria da vida. E por tudo isso sofre, sofre muito, porque foi ensinada a acreditar que nasceu com o patrimônio da felicidade. E não foi ensinada a criar a partir da dor.
Há uma geração de classe média que estudou em bons colégios, é fluente em outras línguas,viajou para o exterior e teve acesso à cultura e à tecnologia. Uma geração que teve muito mais do que seus pais. Ao mesmo tempo, cresceu com a ilusão de que a vida é fácil. Ou que já nascem prontos – bastaria apenas que o mundo reconhecesse a sua genialidade.
Tenho me deparado com jovens que esperam ter no mercado de trabalho uma continuação de suas casas – onde o chefe seria um pai ou uma mãe complacente, que tudo concede. Foram ensinados a pensar que merecem, seja lá o que for que queiram. E quando isso não acontece – porque obviamente não acontece – sentem-se traídos, revoltam-se com a “injustiça” e boa parte se emburra e desiste.
Como esses estreantes na vida adulta foram crianças e adolescentes que ganharam tudo, sem ter de lutar por quase nada de relevante, desconhecem que a vida é construção – e para conquistar um espaço no mundo é preciso ralar muito. Com ética e honestidade – e não a cotoveladas ou aos gritos. Como seus pais não conseguiram dizer, é o mundo que anuncia a eles uma nova não lá muito animadora: viver é para os insistentes.
Por que boa parte dessa nova geração é assim? Penso que este é um questionamento importante para quem está educando uma criança ou um adolescente hoje. Nossa época tem sido marcada pela ilusão de que a felicidade é uma espécie de direito. E tenho testemunhado a angústia de muitos pais para garantir que os filhos sejam “felizes”. Pais que fazem malabarismos para dar tudo aos filhos e protegê-los de todos os perrengues – sem esperar nenhuma responsabilização nem reciprocidade.
É como se os filhos nascessem e imediatamente os pais já se tornassem devedores. Para estes, frustrar os filhos é sinônimo de fracasso pessoal. Mas é possível uma vida sem frustrações? Não é importante que os filhos compreendam como parte do processo educativo duas premissas básicas do viver, a frustração e o esforço? Ou a falta e a busca, duas faces de um mesmo movimento? Existe alguém que viva sem se confrontar dia após dia com os limites tanto de sua condição humana como de suas capacidades individuais?
Nossa classe média parece desprezar o esforço. Prefere a genialidade. O valor está no dom, naquilo que já nasce pronto. Dizer que “fulano é esforçado” é quase uma ofensa. Ter de dar duro para conquistar algo parece já vir assinalado com o carimbo de perdedor. Bacana é o cara que não estudou, passou a noite na balada e foi aprovado no vestibular de Medicina. Este atesta a excelência dos genes de seus pais. Esforçar-se é, no máximo, coisa para os filhos da classe C, que ainda precisam assegurar seu lugar no país.
Da mesma forma que supostamente seria possível construir um lugar sem esforço, existe a crença não menos fantasiosa de que é possível viver sem sofrer. De que as dores inerentes a toda vida são uma anomalia e, como percebo em muitos jovens, uma espécie de traição ao futuro que deveria estar garantido. Pais e filhos têm pagado caro pela crença de que a felicidade é um direito. E a frustração um fracasso. Talvez aí esteja uma pista para compreender a geração do “eu mereço”.
Basta andar por esse mundo para testemunhar o rosto de espanto e de mágoa de jovens ao descobrir que a vida não é como os pais tinham lhes prometido. Expressão que logo muda para o emburramento. E o pior é que sofrem terrivelmente. Porque possuem muitas habilidades e ferramentas, mas não têm o menor preparo para lidar com a dor e as decepções. Nem imaginam que viver é também ter de aceitar limitações – e que ninguém, por mais brilhante que seja, consegue tudo o que quer.
A questão, como poderia formular o filósofo Garrincha, é: “Estes pais e estes filhos combinaram com a vida que seria fácil”? É no passar dos dias que a conta não fecha e o projeto construído sobre fumaça desaparece deixando nenhum chão. Ninguém descobre que viver é complicado quando cresce ou deveria crescer – este momento é apenas quando a condição humana, frágil e falha, começa a se explicitar no confronto com os muros da realidade. Desde sempre sofremos. E mais vamos sofrer se não temos espaço nem mesmo para falar da tristeza e da confusão.
Me parece que é isso que tem acontecido em muitas famílias por aí: se a felicidade é um imperativo, o item principal do pacote completo que os pais supostamente teriam de garantir aos filhos para serem considerados bem sucedidos, como falar de dor, de medo e da sensação de se sentir desencaixado? Não há espaço para nada que seja da vida, que pertença aos espasmos de crescer duvidando de seu lugar no mundo, porque isso seria um reconhecimento da falência do projeto familiar construído sobre a ilusão da felicidade e da completude.
Quando o que não pode ser dito vira sintoma – já que ninguém está disposto a escutar, porque escutar significaria rever escolhas e reconhecer equívocos – o mais fácil é calar. E não por acaso se cala com medicamentos e cada vez mais cedo o desconforto de crianças que não se comportam segundo o manual. Assim, a família pode tocar o cotidiano sem que ninguém precise olhar de verdade para ninguém dentro de casa.
Se os filhos têm o direito de ser felizes simplesmente porque existem – e aos pais caberia garantir esse direito – que tipo de relação pais e filhos podem ter? Como seria possível estabelecer um vínculo genuíno se o sofrimento, o medo e as dúvidas estão previamente fora dele? Se a relação está construída sobre uma ilusão, só é possível fingir.
Aos filhos cabe fingir felicidade – e, como não conseguem, passam a exigir cada vez mais de tudo, especialmente coisas materiais, já que estas são as mais fáceis de alcançar – e aos pais cabe fingir ter a possibilidade de garantir a felicidade, o que sabem intimamente que é uma mentira porque a sentem na própria pele dia após dia. É pelos objetos de consumo que a novela familiar tem se desenrolado, onde os pais fazem de conta que dão o que ninguém pode dar, e os filhos simulam receber o que só eles podem buscar. E por isso logo é preciso criar uma nova demanda para manter o jogo funcionando.
O resultado disso é pais e filhos angustiados, que vão conviver uma vida inteira, mas se desconhecem. E, portanto, estão perdendo uma grande chance. Todos sofrem muito nesse teatro de desencontros anunciados. E mais sofrem porque precisam fingir que existe uma vida em que se pode tudo. E acreditar que se pode tudo é o atalho mais rápido para alcançar não a frustração que move, mas aquela que paralisa.
Quando converso com esses jovens no parapeito da vida adulta, com suas imensas possibilidades e riscos tão grandiosos quanto, percebo que precisam muito de realidade. Com tudo o que a realidade é. Sim, assumir a narrativa da própria vida é para quem tem coragem. Não é complicado porque você vai ter competidores com habilidades iguais ou superiores a sua, mas porque se tornar aquilo que se é, buscar a própria voz, é escolher um percurso pontilhado de desvios e sem nenhuma certeza de chegada. É viver com dúvidas e ter de responder pelas próprias escolhas. Mas é nesse movimento que a gente vira gente grande.
Seria muito bacana que os pais de hoje entendessem que tão importante quanto uma boa escola ou um curso de línguas ou um Ipad é dizer de vez em quando: “Te vira, meu filho. Você sempre poderá contar comigo, mas essa briga é tua”. Assim como sentar para jantar e falar da vida como ela é: “Olha, meu dia foi difícil” ou “Estou com dúvidas, estou com medo, estou confuso” ou “Não sei o que fazer, mas estou tentando descobrir”. Porque fingir que está tudo bem e que tudo pode significa dizer ao seu filho que você não confia nele nem o respeita, já que o trata como um imbecil, incapaz de compreender a matéria da existência. É tão ruim quanto ligar a TV em volume alto o suficiente para que nada que ameace o frágil equilíbrio doméstico possa ser dito.
Agora, se os pais mentiram que a felicidade é um direito e seu filho merece tudo simplesmente por existir, paciência. De nada vai adiantar choramingar ou emburrar ao descobrir que vai ter de conquistar seu espaço no mundo sem nenhuma garantia. O melhor a fazer é ter a coragem de escolher. Seja a escolha de lutar pelo seu desejo – ou para descobri-lo –, seja a de abrir mão dele. E não culpar ninguém porque eventualmente não deu certo, porque com certeza vai dar errado muitas vezes. Ou transferir para o outro a responsabilidade pela sua desistência.
Crescer é compreender que o fato de a vida ser falta não a torna menor. Sim, a vida é insuficiente. Mas é o que temos. E é melhor não perder tempo se sentindo injustiçado porque um dia ela acaba.

Um tiângulo!

No estacionamento do Carrefour, em Sorocaba, o João (02 anos e 09 meses) desce do carro, olha para o chão, aponta e diz:
" - Olha, mãe! Um tiângulo!"
Lindinho!

quarta-feira, 8 de maio de 2013

Promoção Mês das Mães 2013!



Quer ganhar uma caixa com 06 cupcakes com as tirinhas do Calvin e Haroldo 
de Dia das Mães, oferecidos pela Miss Cupcake Sorocaba?*




É super fácil participar!




Relate aqui alguma PERIPÉCIA de seu filho! 
A história REAL mais engraçada e inusitada será a vencedora 
(se quiser, pode colocar data da história, quem presenciou, fotos etc.) 

Ela será escolhida por um júri super capacitado!



Participe!
Boa sorte!


Válido para as histórias colocadas na parte de comentários do blog 
ou enviadas via email para marisa_abeid@yahoo.com.br 

Colocar email para contato no fim da narrativa, 
caso entre como anônimo.

O resultado será divulgado dia 03/06.

VALENDO!


*promoção válida para as mamães e papais da cidade de Sorocaba e região, 
aos que possam retirar o prêmio na cidade de Sorocaba, em data a combinar.


sábado, 4 de maio de 2013

Já vou comer o bolo!

Joãozinho, com menos de 03 anos já é bem espertinho...até demais às vezes!
Num dia desses ele estava comendo um cupcake; aliás, a cobertura do cupcake. O bolo mesmo, ficou. Reclamei e disse que era para comer tudo. Ele, com muito custo, comeu.
Esta semana, novamente, o João estava comendo um cupcake. Vi e perguntei:
"- João, você está comendo direito?"
Ele, sem nem tirar o olho do cupcake, rapidamente disse:
" - Eu tô comendo a cobertura, já vou comer o bolo!"

Ok, sem mais perguntas!



Essas crianças...

Desde que tive meu filho Pedro penso em escrever. Não apenas algo para as mães mas compartilhar com todos as alegrias, sustos, tristezas, emoções e até os momentos de raiva que todos os pais passam com seus filhos.
Cada filho é único, não dá para generalizar. Mas existem coisas que toda criança faz, sem exceções...quem tem filho vai se identificar, quem pensa em ter filhos...vai se surpreender!

Além disso, quem é de Sorocaba e região poderá conferir, aqui, dicas de passeios, programação cultural e outras atividades voltadas para a família, conferidas e recomendadas por mim.